1. A boa menina do papai


    Encontro: 11/10/2018, Categorias: Ninfeta, novinha, Incesto, Heterossexual, Autor: GabiMel, Fonte: CasadosContos

    tremulas deslizarem pelas minhas costas, conseguia sentir a respiração ofegante, quando ele ia fechar a embalagem minha mãe fala pra ele passar na minha bunda porque senão mais tarde eu não ia conseguir sentar, ele estava perto o suficiente para eu sentir seu pau ficando duro, assim que terminou ele voltou para o mar, eu fiquei ali pensando como faria tudo acontecer, as horas foram passando e sempre que podia eu o provocava, a forma como segurava o copo, ou como chupava o picolé, e ele sempre que estava excitado corria pro mar, já bem tarde minha mãe disse que ia volta para a pousada, a essa altura o sol já se punha no horizonte e fazia poucos minutos que ele tinha voltado pra água, pedi pra ela esperar que ia dar um mergulho e voltávamos juntas, assim eu também avisava papai que estávamos partindo, fui na direção dele na água, o abracei por trás e senti ele se assustar, ficou corado ao me ver, seu pau ainda estava duro, fingi que não tinha visto e grudei minhas pernas ao redor de sua cintura como fazia quando era criança, senti seu pau duro encostar na minha buceta, se não fosse o traje de banho certamente ele já estaria dentro de mim, seu rosto estava muito vermelho e não era culpa do sol, falei baixinho em seu ouvido; “- mamãe está indo pra pousada, podemos ficar e brincar um pouco mais no mar papai?” minhas palavras foram o estimulo que estava faltando para tudo acontecer, ele pediu para eu esperar ali, só o vi correndo para a praia, quando voltou me explicou que disse ... pra minha mãe que íamos caminhar juntos na praia e que nos encontrávamos mais tarde na pousada, grudei nele novamente, papai não perdeu tempo, no mar mesmo colocou seu pau pra fora e puxou minha calcinha pro lado eu só precisei deslizar lentamente para baixo para ter aquele ele dentro de mim, duro, grosso, pulsando, gemi baixinho no seu ouvido e senti seus braços fortes conduzirem meu corpo no movimento do sobe e desse, bem devagar, pra ninguém perceber, sentia sua respiração ficando cada vez mais ofegante a cada bombada, suas mãos me apertavam com mais forças, - que delicia papai, continua assim; - mel não fala assim que papai não vai aguentar! - mas ta muito bom pai, seu pau é uma delícia, não para por favor, soca mais papai, me fode assim, ta tão gostoso Não precisei de muito mais que isso pra ouvir que ele ia gozar, foi delicioso, mas eu estava mais excitada do que nunca, eu deseja muito mais do meu pai, e ele assim que gozou me pediu um milhão de desculpas, parece que a culpa caiu com o peso do mundo sobre seus ombros, não importava o que eu dissesse ele estava se sentindo um monstro, contra a minha volta, voltamos para a pousada sem trocar nenhuma palavra, ficou um clima meio estranho, minha mãe achou que havíamos brigado por qualquer motivo, mas não se meteu, depois do jantar eu ainda estava subindo pelas paredes, minha bucetinha escorria de tato desejo, eu o queria de novo e dessa vez bem mais que uma rapidinha, queria tudo, tudo mesmo, mas ele nem me olhava nos olhos, ...