1. Reações


    Encontro: 11/10/2018, Categorias: Heterossexual, Autor: gigionegroalto, Fonte: ContoErotico

    É madrugada, a janela entreaberta e a brisa leve que sopra deixam passar uma luz alva e brilhante da lua claríssima lá fora. Observo teu corpo ali ao meu lado, desfalecido depois de mais uma noite de loucuras, luxúrias e desejos. Mas ainda te desejo, sempre desejarei. Seu sono profundo, larga teu corpo à mercê de meu olhar guloso. A camisolinha de alças finas, renda sensualmente transparente que vai até a altura das coxas, e ainda, uma provocante abertura na altura da barriga me convida a arriscar.Me aproximo de teu pescoço e aspiro levemente teu perfume, não encosto pra evitar te acordar. Um calor percorre meu corpo, e continuo a "invadir teu sono". Desliso a boca rente ao teu rosto, quase tocando tua pele e paro ali em frente à tua boca e como alguém que vislumbra uma imagem incomparável fico te olhando, sentindo tua respiração suave, vontade de te beijar, mas, não quero te acordar. Ao olhar pra baixo em direção ao teu colo (ah eu não devia ter olhado...) me deparo com aquele brilho dos pequenos pelos de sua pele sendo destacados pela luz da lua, que assim como eu, invadiu o teu quarto e teu sono. Não resisto e me posiciono ali entre teu decote, que com seus movimentos na cama deixam quase aparecer seu seio, olho, me aproximo, a vontade de você me faz te dar uma leve beijo, sinto meus lábios tremerem, talvez pelo medo de te incomodar ou ainda pelo tesão que a cena proporciona. Você finge "continuar dormindo", com a ponta do dedo, abro levemente a camisola e beijo seu mamilo ... já entumecido, um beijo carinhoso cheio de vontade. Continuo minha descida, agora até tua barriga, teu umbiguinho, cheiro tua pele, beijo acaricio, boca salivando de desejo, tento me conter. Com a língua acaricio toda a circunferência de seu umbigo, língua molhada, ao me afastar, aquela luz invasora destaca os pelinhos envolta dele todos arrepiados. Assopro levemente, resfria,(risos), seu sono já não é tão pesado assim, teu corpo se remexe, inquieto mas suave, talvez com medo de me afugentar. Volto a beijar teu umbigo e me delicio com os movimentos descompassados de sua barriga, denunciando que você já não dorme. Vou deslisando os beijos por tua pele em direção à teu ventre, usando meu queixo e cavanhaque para empurrar pra baixo a minúscula calcinha. Já posso ouvir um gemido abafado e isso me atiça me impulsiona a continuar. Quando ao empurrar aquele pequeno pedaço de pano com o queixo chego a ponto de rossar tua xana, tudo o que era sono agora parece uma corrente elétrica em teu corpo, que de repente trava, enrijece e desfalece mais uma vez seguido de um gemido menos contido. Puxo de ladinho tua calcinha (amo isso) e teu cheiro me enlouquece, me aproximo e com a ponta da língua "te provo", e faço isso acompanhando todo o contorno de seu sexo, sempre de leve, sem pressa. Tuas mãos agora procuram meus cabelos e a eles retribui cada carinho recebido em teu corpo, é como se suas mãos dissessem "sim, assim, adoro assim". Paro e com meu lábio seguro um dos seus e suavemente puxo, ...
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