1. Domingo de Sol - Parte 3: Quebraram-se os limites


    Encontro: 10/10/2018, Categorias: Exibicionismo, Incesto, Heterossexual, Autor: Marta de Almeida, Fonte: CasadosContos

    excitado com o que viu? - MARTA! - Exclamou Pedro, mas o ignorei. - Ah mãe, no começo fiquei com vergonha pela Van, mas depois que vi que ela não ligou, não pensei mais. - Já chega! - Pedro falou e ia saindo da sala quando eu o chamei de volta, ele relutou, mas voltou. - Pedro, nosso filho precisa entender de uma vez como nós queremos viver. - Falei isso e virei para o Artur - Filho, eu e seu pai somos muito ativos sim, você sabe muito bem disso. Sei que algumas vezes você nos viu transar e sei que gostou, pois vi sua reação. Todas as vezes eu sabia que você estava lá. - Falei como se nunca tivesse tido nada com Artur e parece que ele entendeu que deveria manter aquilo escondido, pois não disse nada. Nessa hora Pedro ficou super confuso, não entendeu o que eu queria dizer, mas mesmo muito aflita continuei porque não tinha mais como voltar atrás: - Eu e seu pai estamos iniciando uma nova fase em nossas vidas, estamos praticando cada vez mais sexo e não queremos mais nos preocupar com você, pois já é bem crescido. Estamos dispostos a fazer coisas sexuais em nossa casa e sem nenhum tipo de pudor. Estamos nos libertando. Nisso Pedro deu um pulo na cadeira de susto com o que falei. Eu estava mais tensa do que jamais fiquei, suava e tremia. Não lembro de alguma vez na vida ter tido aquele mesmo sentimento. Olhei para o Pedro e ele não sabia realmente o que pensar, foi aí que perguntei: ... - Pedro, o que acha disso? - Ele olhou para mim e disse: - Acho que isso é exatamente o que queremos. - Meu espanto foi maior que o dele, eu realmente não sabia o que ele ia dizer, estava morrendo de medo dele achar aquilo demais e piorar toda a situação. Artur olhava a tudo espantado, não sabia nem o que pensar. Para mim era como se toda a nossa história fosse jogada em cima da mesa e os segundos passavam como se fossem anos, de vez em quando vinha um enjoo e uma vontade de chorar tremenda, mas eu segurava. Pedro estava calado e suado, eu não fazia ideia do que passava pela cabeça dele. Ficamos em silêncio por muitos minutos, digerindo tudo que havia sido dito. Artur balançou a cabeça, olhou para nós e disse: - Tudo bem, não vejo problema nenhum nisso, mas só peço que não forcem a barra na frente da Van. - Combinado - Confirmamos e então ele nos surpreendeu: - Eu quero ser livre também. Meu garoto aprendeu a negociar direitinho, não tínhamos como dizer não. Naquele momento impomos algumas regras sobre tudo isso e fomos dormir. O dia passava nos meus olhos como um filme muito tenso e longo, mesmo ainda um pouco sob efeito do álcool não conseguia relaxar, Pedro muito menos. Não sei como Artur estava, mas sei que não estava normal. Pisquei e deu 6:00 da manhã de segunda feira, acho que ninguém conseguiu dormir naquela noite, pensando como seria as coisas aconteceriam a partir dali.
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