1. - Chamou, senhor presidente?


    Encontro: 10/10/2018, Categorias: Gays / Homossexual, Autor: leonardomachado, Fonte: ContoErotico

    ((((CONTO FICCIONAL BASEADO NA SÉRIE SCANDAL)))) - Senhor presidente, Jake Ballard. O vi entrando na sala, estava com a sua habitual roupa de sempre, uma calça jeans escura e uma jaqueta que cobria a camiseta azul. Ele era despojado, muito mais do que eu poderia se quer ser um dia, ele tinha esse jeito, estava no poder e ao mesmo tempo tinha a jovialidade que perdi a muitos anos nesses cargos políticos. - Chamou, senhor presidente? - Qual é Jake? Sabe que não precisa me chamar assim. – Ele sorriu e daquela forma de sempre, balançou o corpo em seus próprios pés sem sair do lugar. Pude então notar novamente como seus olhos azuis entravam em contraste com seu sorriso branco. - Então, Fitz... Chamou? – Ele ergueu seu olhar penetrante e eu pude então sorrir de volta, em passos lentos, caminhei em direção à porta e a entreabri para encarar minha secretária de gabinete. - Estaremos em reunião pela próxima hora, peço que nada nos atrapalhe. – Ao fechar a porta e virar para encarar Jake novamente, o mesmo já havia se livrado da jaqueta, ela caia próximo à mesa onde ele encarava um pequeno porta retrato, me aproximei, da mesma forma que me afastei e quando pude ter seu corpo próximo ao meu, me inclinei para cheirar seu pescoço enquanto minhas mãos vagavam pelos teus braços, ele suspirou ao toque dos meus dedos em seus cabelos, puxei os mesmos, com firmeza deixando o seu pescoço agora totalmente exposto aonde me continha em deslizar a língua, sentindo o gosto de sua pele, ao ouvir o ... segundo suspiro escapar de seus lábios, puxei novamente seus fios de cabelos, virando assim seus lábios para encontrar com os meus, iniciando um beijo. Um beijo selvagem de como estávamos acostumados, ele virou o corpo para mim e em poucos segundos, meu palito se encontrava ao chão junto de sua jaqueta. Os botões da minha camisa, um a um fez questão de arrancar. Nossas roupas jogadas pelo salão oval, enquanto nossos corpos se conectavam em nossa troca de saliva, quente, determinados a saciar nossos prazeres. Virei seu corpo de costas para mim e o empurrei de encontro a mesa presidencial, por cima de todos os papéis para cair de joelhos e encarar sua bunda, completamente malhada, dura. Me inclinei para morder a nádega esquerda, ainda assim, não pude ouvir o que queria e depositei outra mordida, ainda mais firme, e outra, perdendo a conta de o quanto mastigava sua carne, deixando a marca de meus dentes até que pude ouvir o seu primeiro gemido e então, com ambas as mãos depositei tapas firmes em suas nádegas a abrindo e podendo encarar seu cuzinho, ah, que cuzinho, fazia jus aquele corpo todo, rosado e saboroso, como é saboroso, deixava facilmente meus lábios escorrendo saliva e como sempre, não me fiz de rogado ao cair de boca, deixando com que minha língua deslizasse por cada uma das suas preguinhas restantes, Jake tentava se controlar, eu sabia que tentava, mas como sempre acontecia, acabava entregue aos prazeres de seu corpo, gemia, não o bastante para que qualquer outra pessoa ...
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