1. TESÃO PELA MÃE – INICIO DE UM CHEIRADOR DE CALCINHAS


    Encontro: 10/10/2018, Categorias: Mãe Cheirar Calcinha Filho Incesto Buceta Peluda, Heterossexual, Autor: Livre_Liberal, Fonte: CasadosContos

    Vou contar um fato ocorrido quando eu era um jovem adolescente. Morava em uma cidadezinha do interior de São Paulo com minha mãe e meu irmão ainda bebê. Minha mãe havia se separado do meu pai recentemente, trabalhava como doméstica em casa de família e levávamos uma vida muito humilde. A separação foi bastante traumática pra todos nós, meu pai era alcoólatra e muito violento, minha mãe saiu de casa e com muito custo conseguiu alugar uma casinha de apenas 2 cômodos, sendo um quartinho onde dormíamos os 3, eu no sofá, meu irmão que devia ter uns 5 anos no berço e minha mãe em uma cama de solteiro. Nesse quarto além desses móveis tinha uma TV que ficava sobre uma penteadeira e um pequeno guarda-roupas. No outro cômodo era a cozinha, com um fogãozinho, uma mesa, uma geladeira e um pequeno armário. Minha mãe que na época tinha 31 anos, tinha um corpo cheinho mas não era gorda, com 1,69m de altura era uma morena clara com cabelo curtinho e pele lisinha, peitões ainda firmes e o que mais chamava atenção, pernas grossas e bem torneadas, impossível encontrar algum defeito em suas pernas, eram maravilhosas e me davam muito tesão. Costumava usar shortinhos em casa, costumava deitar de pernas abertas para assistir TV, era uma maravilha a visão do paraíso, ficava olhando o pacote formado em sua virilha e imaginando onde aquelas pernas terminariam. Volta e meia conseguia ver por debaixo do shorts a ponta da sua calcinha, naquela época no ano de 1987 era normal deixar a buceta cabeluda e a ... da minha mãe era assim, várias vezes vi por debaixo do shorts os pelinhos escapando pela lateral da calcinha ou mesmo quando a calcinha era transparente conseguia ver aquele tufo preto através da calcinha, ver aquelas pernas abertas bem pertinho da buceta onde a depilação de alguns dias deixava os pelinhos começando a crescer, tudo isso eu olhava disfarçadamente e na hora do banho, no único banheiro da casa me esbaldava na punheta. No banheiro ficava também um cesto com roupas sujas, com o tempo comecei a revirar em busca de calcinha usadas. Comecei a cheirar as calcinha usadas, lamber e bater muitas punhetas imaginando que sua xoxota esteve em contato com aquelas peças delicadas. Fui ficando mais ousado, e passei a tomar banho logo após ela sair do banheiro e tinha a oportunidade de pegar as calcinhas que ainda estavam quentinhas, com o calor da sua buceta o cheiro e os líquidos que ainda não haviam secado. Um turbilhão de cheiros e sabores, xixi fresquinho e as vezes um líquido branco e viscoso que devia ser expelido de sua xoxota quente e cabeluda. As calcinhas eram de todo tipo, algumas mais conservadoras que ela usava pra trabalhar, outras um pouco menores, totalmente em renda, pretas, azuis, brancas, adorava as pretas e as azuis. Passei a vestir as calcinhas durantes as punhetas, quando no cesto de roupas tinha mais que 1, vestia a mais antiga, que tinha menos cheiro e colocava a que havia sido tirada mais recentemente no nariz, enquanto cheirava, lambia, batia punheta ...
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