1. TENDO O CU INUNDADO DE PORRA


    Encontro: 09/10/2018, Categorias: Oral, Anal, Heterossexual, Autor: ehros tomasini, Fonte: CasadosContos

    A CÂMARA EROTICA – Parte 09 Eu não quis dormir no apê da minha vizinha oferecida. Voltei para o meu e já ia preparar alguma coisa para comer quando meu celular tocou. Era o número da policial morena, mas quem ligava era o Detetive Dimas: - Está com a TV ligada? Liguei. Não estava passando nada de interessante naquele canal. Ele, no entanto, me indicou o que eu deveria sintonizar. Era um comunicado especial: a morte do policial meu inimigo. Naquele momento, ele dava uma entrevista. Falava da prisão da policial assassina. Estranhei ele tocar nesse assunto, pois não daria tempo dele dar aquela entrevista estando sendo interrogado, muito menos quando eu soube da notícia do seu assassinato. O detetive explicou, antes mesmo que eu tivesse tempo de raciocinar: a morte do policial meu inimigo tinha sido simulada. Portanto, ele estava vivo. Perguntei o motivo daquela farsa e ele disse-me que ainda estava cismado comigo. Achava que eu tinha tentado alertar a morena, mesmo estando encarcerado e sem celular. Mas, se haviam alertado a policial da armadilha, não tinha sido eu. Apesar de meu inimigo, fiquei contente por o cara estar vivo. Agradeci ao detetive pela informação, mas ele disse-me que ela tinha um preço: eu estava encarregado de descobrir o alcagueta. Se conseguisse, estaria livre do meu comprometimento com o assassinato do policial ruivo. Aproveitou para me dar o recado de que minha "irmã" queria falar comigo. Encontrei-me com ela por volta das dez da noite, quando terminou ... seu expediente. Ela marcou num barzinho próximo a meu apê. Ainda tinha os olhos avermelhados, mas já não chorava. Desembuchou logo o que queria: - Um tempo para retirar minhas coisas do teu apartamento. Fiquei sem ter onde morar, mas não adianta insistir: não volto a morar contigo. Eu já havia me conformado com essa ideia, até mesmo porque sua presença ficara incômoda para mim. Isso, devido à minha perda do tesão por ela. Aproveitei para inqueri-la sobre o nosso parentesco. Ela confirmou minhas suspeitas: - Não, eu não sou tua irmã. Era tudo uma armação para ficar mais próximo de ti e poder te vigiar. Ideia do detetive Dimas. - Eu já desconfiava. E a negrona, onde entra nessa história? - Ela também está sendo investigada. Por ser filha do policial que investigávamos, achamos que tinha culpa no cartório. Não sabia do meu namorado ruivo. Agora que solucionamos o caso, vou encontrar uma maneira de me separar dela. Mas antes, eu queria festejar seu aniversário, que já está próximo. Tem alguma ideia de como divertir suas convidadas? Eu tinha. Expliquei meu plano a ela. Ela adorou a ideia. Mas teríamos que correr para montar o palco para a festa, e o tempo urgia. Já no outro dia, contratamos um carpinteiro e dissemos do que estávamos necessitados: uma espécie de cabine do amor. Foi armada dentro dos cômodos do apartamento da negrona. Depois que o profissional começou a trabalhar, minha "irmã" pediu-me para que eu arrumasse suas coisas. Iria falar com a assistente Marcela para morar ...
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