1. Uma aventura sem fim


    Encontro: 09/10/2018, Categorias: Heterossexual, Autor: Marcio_Becker, Fonte: ContoEroticoComBr

    Se trata de um relato verídico. Estava no final do expediente do escritório na empresa onde trabalho, quase 17:00 h da tarde e como sempre faço, vou ao banheiro dar uma mijada e ver o que está rolando no whatsapp. Entrei numa das cabines do banheiro, me sentei calmamente para mijar. Quando eu olho pro chão do banheiro que é de um piso muito reflexivo de granito, vejo a imagem de um cara em pé de frente ao vaso batendo uma punheta. O vão entre as cabines permitia ver o reflexo do outro lado. Caramba, no início achei bem engraçado, pensei, puxa, o cara deve estar com um tremendo tesão, mas aquilo depois foi me deixando excitado. Não acreditava que isso estava acontecendo comigo, pois sou casado, branco, e heterossexual, nunca passei por uma experiência daquela de sentir tesão vendo um homem se masturbando. Me senti estranho, confuso, mas não me importei. Dava para ver perfeitamente o que ele estava fazendo do outro lado, com a calça toda arriada e seu membro parecia ser bem grande pelo movimento da mão. Com isso comecei alisar meu pau e a bater uma punheta sentado no vaso. Ele pareceu ter visto também o que eu estava fazendo do outro lado e acelerou o movimento da punheta me deixando com muito mais tesão, parecia que ele ia gozar logo. Pensei, puxa que desperdício, resolvi me arriscar, fiquei com medo, pois não sabia qual seria sua reação mas perguntei assim mesmo se ele queria que eu fizesse uma punheta nele. Ele imediatamente parou, não me respondeu nada, caraca, achei que ... ele iria me xingar e me ofender de tudo quanto é nome. De repente ele se ajoelhou e agachou entre o vão das cabines e pude ver o seu pinto que era enorme e muito grosso, o tamanho devia medir mais de 20 cm. Ele era negro. Meu coração disparou, me agachei também e toquei seu pênis que latejava de tão duro. Peguei o com a mão direita que mal dava para segurar totalmente de tão volumoso e comecei a punhetar. O local em que estávamos não dava muito jeito, a cabine era apertada. Também fiquei com medo de que alguém chegasse no banheiro naquele momento e achei que daria para ver o que estávamos fazendo. Me toquei que no banheiro da empresa tinha uma cabine dos cadeirantes que era um banheiro isolado, independente do banheiro coletivo e bem espaçoso com lavatório, chuveiro, etc e que eu já tinha usado algumas vezes. Falei com ele para irmos até lá e ele não disse uma palavra. Me levantei e me recompus, e fui para a cabine dos cadeirantes, fechei mas não tranquei a porta. Fiquei o esperando. Parecia uma eternidade, por um momento acreditei que ele desistira. Foi quando ele bateu na porta com força. Eu disse que não estava trancada. Meu coração estava a mil por hora. Quando ele entrou, vi que ele era um negro forte, jovem, talvez nem trinta anos, mesma idade que eu tenho, alto e bem musculoso, estava vestido de uniforme de trabalho, bem surrado. Me lembrei dele, pois era ele quem fazia a faxina do prédio todo e serviços de estiva. Não sei se ele me reconheceu. Eu estava sentado no vaso ...
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