1. Lua-da-Mel: minha despedida


    Encontro: 09/10/2018, Categorias: Traição / Corno, Autor: melflor, Fonte: ContoErotico

    Lua-de-mel, férias recheadas de muito sexo. Assim deveria ser, mas eu não tinha nenhuma ilusão em relação à minha. Ir pra longe dos meus amantes, com um marido que sequer tocava em mim a não ser quando estava bêbado... minha maior esperança de prazer era meu velho consolo que ia na bagagem.Dirigi os pouco mais de 250 km entre Dourados e Bonito, pois Renato estava com uma ressaca terrível e, como sempre, fingia não lembrar do que havia acontecido na noite anterior. Eu, porém, lembrava direitinho de Débora ameaçando comer seu cuzinho, enquanto metia em mim. Ficou quietinho... lembrei do que a menina que me vendera a cinta peniana contara: muitas mulheres compravam para foder seus maridos; ela mesma tinha muitos clientes que a procuravam para virar fêmea... Não conseguia nem pensar numa coisa dessas, mas após Débora jogar assim na cara dele, não conseguia parar de imaginar... Renato nunca toparia, claro! Por outro lado, depois de conhecer outros caras, me dei em conta que ele não era assim tão másculo... na verdade, comparado ao moreno do ônibus e ao Vini, meu marido parecia uma moça.Por sorte, chegamos ao destino e esses pensamentos sumiram da minha cabeça. Nos hospedamos numa pousada linda que, por ser baixa temporada, estava praticamente vazia. A cidade é incrível, eu já havia visitado algumas vezes, adorava suas águas, porém, agora, estava chovendo muito e precisava ter muita disposição para sair. Renato resolveu encarar, mas eu preferi ficar na pousada, que era ... maravilhosa. Na recepção trabalhava uma ninfetinha apetitosa... devia ter a minha idade ou pouco menos, já era maior, pois estava regularmente empregada, contudo aparentava bem menos. Tinha seios juvenis, que ficavam apontando sob o uniforme justinho e uma bundinha redonda, muito gostosa. A calça também era bem coladinha e, quando ela subia as escadas, eu via o contorno da sua bucetinha... ficava imaginando o cheiro, o gosto... nossa! Já estava morrendo de tesão e até me insinuei um pouco pra ela, mas, apesar de notar que ela olhava para meu corpo de alto a baixo, não senti nenhuma abertura de sua parte. O balde de água fria veio quando, no fim do expediente, seu namorado, um carinha bombado, veio buscá-la... discretamente fiquei assistindo da janela a pegação dos dois antes de entrarem no carro... o safado passando o dedo sobre aquela buceta proeminente, que já devia estar bem molhadinha...Não aguentei mais, deitei nua na cama e, de olhos fechados, comecei a meter o consolo na buceta e, depois, no cuzinho, enquanto acariciava meus seios e friccionava o clitóris com a palma da mão (adoro isso!). Estava quase gozando, imaginando a ninfeta da recepção, quando a porta se abriu. Tomei um susto: Renato, constrangido, tentava desviar o olhar. Ele parecia indeciso se entrava ou não e, ainda cheia de tesão, resolvi dar uma ajudinha: continuei a me masturbar, olhando maliciosamente para ele. Se meu marido não estivesse excitado, era porque não gostava de mulher, pois o quarto todo fedia a buceta ...
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