1. Curtindo o meu fetiche com Mauro (4)


    Encontro: 07/10/2018, Categorias: Fetiches, Autor: robertoromano60, Fonte: ContoErotico

    Acordei no meio da noite com o ronco de Mauro no meu ouvido. Sinceramente, se eu não estivesse tão apaixonado, se esse cara não fosse tão tesudo, eu o teria deixado sozinho na cama. Mas aquele abraço, aquele cheiro de homem... tudo nele me agradava. Dei-lhe um beijo carinhoso entre a boca e o nariz; ele parou de roncar e ajeitou o abraço. Dormi como um anjo nos braços de Mauro. Dois dias depois, combinamos de tomar uma cerveja, depois do trabalho. Desta vez, eu fui de carro buscar Mauro na porta do seu trabalho. Lá estava ele se acomodando na poltrona do meu carro e já me beijando: tudo tão agradável como sempre. No bar, Mauro bebia muito e tagarelava; ele estava irresistível daquele jeito. Dois amigos de Mauro vieram nos cumprimentar; sentaram-se à mesa e bebiam com a gente. Eram velhos amigos de Mauro, colegas de profissão; os dois também estavam vestidos socialmente, pois também tinham saído do trabalho. No meio da conversa, com muita cerveja e gargalhada, entendi que os dois amigos de Mauro viviam juntos, mas em relação aberta. Por se tratar de um happy hour de sexta-feira, nenhum dos quatro tinha pressa de voltar para casa. A conversa da mesa sempre girava em torno de aventuras sexuais, de confusões, de lembranças... aquilo estava me excitando; na verdade, todos pareciam excitados naquela mesa. Um dos amigos, o Eduardo, enfim sugere que continuemos o encontro no apartamento dele. A ideia foi genial! No apartamento, os quatro se jogam em um imenso sofá da sala de estar. ... O ambiente era de descontração e quase tudo era motivo de gargalhada; nem eu, nem Mauro nos incomodávamos se Eduardo ou Gabriel (nome do outro amigo) nos beijassem, ou abraçassem. Ali era natural um abrir a camisa do outro para brincar com os mamilos; passar a mão na bunda do outro; dar uma coçada na mala; passar a mão no cabelo... Eduardo se levanta para dançar ao som de Madonna: fiquei excitadíssimo ao ver aquele macho cabeludo, de 1,90 de altura, moreno, pés enormes, vestido socialmente, dançando e imitando gestos femininos. No meio da dança, ele se aproxima de cada um, beija, senta no colo, arrebita a sua bunda. Então começa a se despir: tira a camisa e deixa aquele peitoral moreno malhado e peludo à mostra; tira o cinto; tira os sapatos sociais de couro. Encarando Eduardo, pego um dos seus sapatos e dou uma boa cheirada por dentro. Aquele homem gostoso se aproxima de mim e tira minha camisa; cheira minha camisa e continua a dançar; aproxima-se novamente e tira os meus sapatos; me oferece as mãos para me ajudar a levantar e me faz dançar com ele. Eduardo estava um pouco suado e seu cheiro de homem que trabalhou o dia todo me excitava; percebi que o seu cacete também estava muito duro. Dançava com ele no meio daquela sala: nós dois sem camisa, usando apenas calças e meias sociais (as meias de Eduardo eram finas e pretas; as minhas eram finas de cor azul marinho). Mauro e Gabriel estão deitados na poltrona; todos os quatro amigos continuam bebendo cerveja. Eduardo me diz ...
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