1. Travesti reprojeta vida de arquiteta VI


    Encontro: 10/09/2018, Categorias: Travestis, Autor: mktmktmkt, Fonte: ContoEroticoComBr

    “Na volta, ao entrar no quarto, Sabrina não viu Juliana. Foi ao seu e a encontrou em sua cama, só de calcinha, exalando um cheiro delicioso de sexo. – Pelo amor de Deus, me come ou vou enlouquecer – disse ela. Mas, isso só no próximo conto”. Assim terminou o último conto dessa série. Juliana resistiu o quanto pôde à atração selvagem que sentia pela bonequinha Sabrina, às inúmeras horas de seu dia que ela passava pensando nela, em seu corpo, nas suas transas com os clientes e desejando ardentemente estar naquela cama. Em casa, já não via graça nenhuma em dormir com o marido e o total desinteresse dele pela esposa já não a abalava mais, pois ela só pensava em Sabrina. Agora, com Marcus viajando “a trabalho” com uma monitora de classe (na verdade, sua aluna universitária e amante, Bianca), Juliana se sentia livre para dar vazão aos seus desejos e se entregar a sua bonequinha gostosa. Sabrina, ao entrar no quarto, se assustou ao ver a amiga seminua em sua cama. Vale lembrar que, mais cedo naquela manhã, em seu matadouro (como ela chamava seu apartamento), as duas tomaram café juntas na cama e Sabrina masturbou Juliana. Em seguida, seu cliente chegou e ele só queria ser espancado, não houve penetração. Portanto, ela não gozara em nenhuma das ocasiões, seu pau estava estourando de duro. – Docinho, não brinca comigo. Se eu te comer, com o tesão que eu estou agora, não só vou te arrebentar, mas vou te deixar viciada na minha rola também – disse ela com a voz tremendo. – Eu já estou ... viciada. Só penso em você 24hs por dia, me excito o dia inteiro, me masturbo o tempo todo, preciso trocar de calcinha umas três vezes por dia, pois vivo melando elas. Eu quero que você me arrebente, que você me marque como sua, me come. Juliana se levantou da cama e foi na direção de Sabrina. As duas se atracaram em um beijo selvagem e ardoroso. Sabrina a abraçou com incrível força e a ergueu do chão, prendendo-a contra a parede. Juliana enlaçou a cintura dela com suas pernas e a agarrou pelo pescoço. Sabrina chupava a língua de Juliana com intensidade, a mordia e até machucava um pouco, mas levava Juliana à beira da insanidade. Seus corpos ardiam de desejo e suavam intensamente. O cheiro de ambas tomou conta do quarto e a boca da boneca se transferiu para o pescoço de Juliana, mordendo e chupando-o, deixando marcas vermelhas na pele. Juliana estava entregue, totalmente ensandecida de prazer e sua cabeça já não raciocinava. Seus instintos mais primitivos assumiram o controle de suas ações e ela gemia e urrava alto. Sabrina a carregou pra cama e, literalmente, a jogou em cima do colchão, caindo por cima dela. Juliana gemeu de dor do gesto brusco da bonequinha, mas logo sorriu. Sabrina lhe deu um tapa no rosto. – Quer ser arrebentada, piranha, gosta de sofrer, de sentir dor? – perguntou. – Quero. Me bate, me machuca, me faz sentir dor, marca meu corpo como teu – gemeu Juliana e Sabrina começou a lhe dar tapas em ambos os lados do rosto e também em seus seios. Desceu o rosto e ...
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