1. Eu ensinei bem (Pt2)


    Encontro: 08/09/2018, Categorias: tortura, Oral, felicidade, casamento, Casal, Menage, Dominação, BDSM, Paixão, Amor / Romance, Sadomasoquismo, Autor: O.Dom, Fonte: CasadosContos

    Acordamos no dia seguinte abraçados. Ela me beija, e pergunta se estou pronto para começarmos. Confirmo, animado, e vamos juntos à cozinha fazer o desjejum. Ela come sentada em meu colo, e vamos conversando sobre nossos planos para aquele dia. Tomamos banho juntos, cheios de expectativa e tesão, mas nos controlamos. A noite será longa, e precisaremos de toda a nossa energia. Enxugo todo seu corpo, lentamente, dando leves mordidas e beijos, e deito-a na cama, nua. Me sento na poltrona, e Bia vai começar a primeira parte do nosso plano. Puxa conversa com a Sol, e rapidamente o papo esquenta, como não poderia deixar de ser. Iniciam então uma vídeo-chamada, o áudio em vivavoz, escuto cada palavra. Minha Bia está especialmente provocante, preciso exercer todo o autocontrole que eu nem sabia que tinha para não pular sobre ela ali mesmo. Afasta bem o celular, fazendo que Sol veja todo o seu corpo, as marcas que fiz ontem bastante suaves, mas ainda presentes. -Vem cá Sol, deixa eu te beijar todinha, brincar com a língua nos teus seios -Ah Bia, não fala, assim, você mexe demais comigo!!! -E isso é ruim? -Não, mas é que... -Fica calada e deixa minha boca subir pelo seu pescoço, até a gente se dar um beijo... -Nossa... -Eu te jogo na cama, vou pra cima de você, e... Bia corta a ligação. Está vermelha de excitação, cruza as pernas tentando se aliviar, mas se recusa a usar a mão. Esse tesão todo será usado mais tarde. Rapidamente me levanto e desligo a internet do celular dela. Nos ... beijamos de forma intensa, um beijo cheio de promessas. Saio do quarto, antes que seja tarde demais, e ela fica deitada, com a respiração forte e entrecortada. Mantemos uma “distância segura” durante o dia, até mesmo na hora do almoço. Conversamos, claro, trocamos risos e olhares, mas não ousamos chegar perto um do outro. Mais ou menos as três horas da tarde, Bia liga de novo a internet do celular, e se depara com várias mensagens se Sol, tentando saber o que aconteceu. Minha esposa tranquiliza-a, brinca mais um pouco, mas dessa vez de forma mais sutil, e marca com ela um encontro numa sorveteria, e talvez algo mais tarde... Com tudo acertado, Bia me informa que combinaram de se encontrar às cinco horas. As quatro, eu saio de casa, abasteço o carro dela, volto e pego o meu. Trocamos um beijo forte, quente. Da próxima vez que nos virmos, será para uma mudança radical em nossa vida. Abasteço meu carro também, e vou para a sorveteria combinada. Me sento do lado de fora, de frente para a rua, e quando Sol chega, aceno brevemente para ela, e vou a seu encontro. Ela empalidece, mas trato de tranquiliza-la. -Calma Sol, não há motivo para preocupação, vamos, sente aqui. Puxo uma cadeira, e ela se senta, ainda nervosa. Peço e já pago duas águas, a minha com gelo. Ela ainda está tremendo. Me sento do seu lado, o braço sobre seus ombros, acolhedor. -Presta atenção, eu sei tudo que tá acontecendo entre você e a Bia recentemente. Mas você não tem com o que se preocupar. Ela me olha, incrédula. ...
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