1. NA PRAIA COM DONA RUTH E ANA LÉIA!!!


    Encontro: 08/09/2018, Categorias: Coroas, Autor: gatodebotasjf, Fonte: ContoErotico

    Já contei aqui minhas peripécias com minha sogra (Dona Ruth) e Ana Léia, sua melhor amiga. Segue adiante outra história divina e deliciosa. Para quem não sabe, minha sogra é uma coroa linda e extremamente deliciosa, além de ser uma fêmea fogosa e louca por sexo! Dona Ruth (podemos chama-la assim) é loira e toda torneada (sem ser gorda), bundão, coxas grossas e lisinhas, boca carnuda, alta, mãos sempre bem feitas (unhas grandes), cheirosa, pés lindos e uma pele sedosa e macia, como um veludo, além de ser educadíssima: uma verdadeira dama! Ana Léia, sua melhor amiga, tinha uma boca carnuda e deliciosa, morena jambo, cabelos curtos, coxas grossas, bunda grande e ancas largas. Uma autêntica égua! Era um autêntico sábado de verão e estávamos todos em nossa casa, quando tocou o telefone. Era Ana Léia chamando minha sogra para ir à praia. Dona Ruth, muito fogosa, logo aceitou e meu sogro não quis ir alegando estar cansado, preferindo ficar em casa. Disse para Dona Ruth ir e aproveitar. Bia, minha esposa, também disse estar cansada e que, caso eu quisesse levar sua mãe, não teria problema algum. Dona Ruth me olhou de uma forma extremamente sacana e me perguntou: “ – Pedro, vamos à praia comigo e Ana Léia?”. Eu não pensei duas vezes e, de forma bem discreta e educada, balbuciei: “ – Não quero incomodá-la, Dona Ruth”. Bia logo tratou de tirar aquilo de minha cabeça e disparou: “ – Pedro, vai deixar mamãe ir sozinha à praia?”. Diante daquela situação, não tive outra alternativa senão ... levar aquela fêmea sedenta por sexo para a praia, com sua melhor amiga. Pegamos o carro do meu sogro (uma BMW X-3) e fomos à casa de Ana Léia para busca-la. Ao entrar no carro, Dona Ruth estava trajava uma saída de praia enrolada na cintura e com o sutiã do biquíni que mal dava para esconder suas auréolas rosadas. Ela era muito sacana e já dentro do carro começou um papo delicioso: “ – Pedro, não consigo esquecer aquele dia no apartamento de Ana Léia, onde você comeu nós duas e nos matou de tesão!”. Quero repetir a dose hoje. Meu cacete já estava quase saindo pra fora da sunga e ela colocou sua mão esquerda em cima dele, enquanto eu dirigia. No primeiro semáforo, ao parar, Dona Ruth veio até mim, tirou meu cacete e começou a mamá-lo deliciosamente, subindo e descendo, enchendo-o de saliva, fazendo com que minha tora estocasse sua garganta. Ela engasgava e molhava ainda mais meu cacete. Pedi para que parasse senão iria gozar. Nisso, chegamos à casa de Ana Léia, que já nos esperava na calçada. Ao entrar atrás, veio e me beijou com uma bitoca molhada e outra em Dona Ruth. Rumamos para a Praia da Joaquina e no caminho, Dona Ruth virou-se para Ana Léia e pediu para que ela não reparasse pois estava louca pra sentir meu leite. Ana Léia apenas sorriu e minha sogra tirou meu cacete de minha sunga e abocanhou-o novamente, começando um boquete dos deuses que já estava me deixando alucinado. Minha sorte é que o carro era automático, pois eu não aguentaria passar qualquer marcha naquele ...
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