1. Gurizão, servente de pedreiro e eu sua cedezinha puta.


    Encontro: 12/07/2018, Categorias: Gays / Homossexual, Autor: marthy, Fonte: ContoErotico

    Caro leitor o conto que segue é verídico e aconteceu a menos de dois meses, ainda saio com o gurizão da história.Perto de casa havia uma construção. Era uma casa antiga que estavam ampliando. Sempre que passava por lá havia uns pedreiros e outros trabalhadores que, por educação, eu cumprimentava com um bom dia ou boa tarde. Como a obra demorasse alguns messes e sempre passando por lá acabei conhecendo o pessoal e, as vezes, parava para conversar um pouco com eles. Eu sempre reparava um servente moreno, sempre sem camisa, de boné e um corpo super gostoso. Seu nome era Jonas, e pelo que conversamos ele tinha 20 anos, estava cursando o médio e estudava prá prestar concurso público. O rapaz era muito extrovertido e olhar bem safado. Como já estava acostumado com o pessoal eles iam em casa buscar gelo ou garrafas pet de água gelada. Certa vez quem foi pegar gelo em casa foi o Jonas, apertou a campainha, atendi e pedi que entrasse. Estava como sempre sem camisa. Fomos até a cozinha pegar o gelo e eu não consegui disfarçar o desejo pelo rapaz, secava ele com os olhos. Como estávamos conversando, mostrei o freezer a ele e continuei falando sem tirar o olho de seu corpo. Pegou o gelo e fechou o freezer ficando escorado nele de frente para mim que me escorara na pia. Continuamos conversando e num dado momento ele disse que tinha que ir pois já havia se demorado muito e,me olhando no rosto, com sorriso safado diz que ele ia emagrecer uns dez kilos comigo secando ele. Fiquei tão sem ... graça que não sabia o que falar. O garoto tinha reparado. Mas para minha surpresa ele diz : - De boa, Alex, fica assim não, a gente vai se falando aí, blz.Respondi: - Tudo bem cara. Mas não é nada que você pensou... - Cara, relaxa, já disse. Tá de boa. Fui com ele até o portão, em constrangedor silêncio. Abri e ele se foi. Dado uns três passos parrou, virou e disse: - Alex, de boa cara?Fiz sinal de positivo com o polegar e ele sorriu de canto de boca e partiu. Nos dias que se seguiram, eu tentava evitar o Jonas mas o safado, sempre que eu estava conversando com alguém ele aparecia e aí era inevitável a troca de olhares e o risinho sínico do rapaz. Confesso que isso me deixava com um tesão lascado mas, não sabia se o Jonas queria me sacanear por isso eu ficava constrangido. Certo dia a campainha toca, era alguém da obra vindo pegar gelo. Eu estava ao computador e só gritei entra. Quando me viro estava o Jonas à porta e viu o que eu postava. Disse boa tarde, com aquele riso safado, eu fiquei meio nervoso, não sabia o que falar. Só disse, pega lá. Foi ao freezer pegou e saiu. Daquele dia e diante evitei passar pela obra. Principalmente falar com Jonas depois do que viu no computador. Passaram-se os dias. Num sábado, chuvoso chegando em casa, já noite, era umas 8 horas, ouço alguém me chamar quando passava em frente da obra. Olho quem era e o Jonas estava ali. - Eae Alex! Num aparece mais cara!? - Meio ocupado, sabe! E você que faz aí a noite? Como começou a chover Jonas me pediu que ...
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