1. RAPIDINHA DOMINICAL...


    Encontro: 19/09/2017, Categorias: Grupal, vagabunda, broxa, Tia: Urina: Marquinha, Macho-Alfa: Humilhada: Sexo Selvagem, Sem Sutiã: Mãe: Calcinha: Biquíni: Piscina: Loira: Peituda: Bunduda: Gostosa: Viúva: Massagem: Tia: Sem Calcinha: Hospital: Tia: Banheiro, Virgem: Ninfeta: Amigos: Mistério: Flagra: Anal:, Heterossexual: Entregador: Negão: Favelado: Fetiche, Heterossexual: Flagra, Traição / Corno, hotel, médico, médica, Infidelidade, Traição / Corno, Anal, Oral, Vaginal, Seios, Esposa, marido, amante, Heterossexual, Autor: sexlife, Fonte: CasadosContos

    quando um homem está tentando evitar espiar suas tetas na cara dura ... Raliely levou a caneca até a boca, mas mesmo assim seu sorriso era visível. ... Ah, safado! Vai fundo que ela está afim ... Ela pegou uma caneta que estava perdida no cantinho do sofá. Segurou e começou a subir e descer a ponta do polegar. ... E alisar um objeto de formato fálico, é sinal que a menina está pensando em pica ... E pior que estava mesmo, calor era pouco, ela estava com fogo no rabo! Raliely cruzou suas pernas bem apertadas e longe de amenizar só lhe deu mais tesão! E como hoje o universo conspirou a seu favor: - Ah, que se foda! - disse ela pousando a caneca no chão. Raliely levantou num pulo e logo estava ajoelhada no colo do primo, colando e calando seus lábios antes que ele pudesse dizer algo. Sem papo afinal é só uma rapidinha. O moleque entendeu, enfiando a língua na boca dela e com a mão esquerda na nuca de Raliely puxava-a quase sufocando a menina. .. Pena que é meio apavorado ... O que nossa protagonista não sabia era que seu primo estava ciente da fama dela. ... Ou má fama, foda-se ... Além dele sentir um puta tesão nela, tinha tocado tantas punhetas dedicadas a sua prima que mal acreditava no que estava acontecendo. Não sabia por onde começar. Então Raliely ajudou-o erguendo o top revelando seus generosos seios, bastante grandes para o tamanho dela, bem apetitosos, redondinhos e durinhos. Ela inclinou o corpo colocando-os na altura do rosto dele que sem perder tempo segurou um em ...
    cada mão e começou a mamar. Raliely afagou os cabelos do primo aconchegando o rosto dele em seu peito. O menino abraçava-a forte com uma mão na nuca da parceira e a outra na cintura. Parecia um bebê que cresceu demais mas ainda era chegado em umas tetas. Podia-se ouvir nitidamente ele sugando. Rebolando e se esfregando Raliely sentiu o pau dele pulando. Era a vez dela sugar. Ela colocou o primo em pé de frente para ela, desabotoou a bermuda dele que caiu ao redor dos tornozelos. Abaixou a cueca com os dentes até expor o que queria. O tamanho estava na média e era até mais grosso que o normal. E tinha mais um ponto a seu favor que a vozinha safada que morava na cabeça de Raliely lembrou: ... Nooossa, que pau cabeçudo ... Era mesmo. Raliely tirou o rabicó de seu pulso, fez um rabo de cavalo enquanto se lambia toda de antecipação por um de seus atos sexuais favoritos: oral. Ela era desde cedo uma boqueteira de mão cheia. Digo, de boca cheia. Sem demora colocou a cabeça para dentro da boca, olhando diretamente nos olhos dele. Raliely começou a menear a glande com sua língua habilidosa. Sem levantar seu corpo segurou a barra da calça abaixando até os joelhos, ergueu as pernas tirando de vez e tudo isso sem parar de chupar o pau do primo. E ao invés dele pegá-la pela nuca para forçá-la a ir mais fundo foi ela quem o abraçou pelas pernas puxando-o e foi engolindo sua rola até sentir o saco dele roçar em seu queixo. Ela de boca cheia, ele de boca aberta. ... Ahá! Suas namoradinhas não ...