1. RAPIDINHA DOMINICAL...


    Encontro: 19/09/2017, Categorias: Grupal, vagabunda, broxa, Tia: Urina: Marquinha, Macho-Alfa: Humilhada: Sexo Selvagem, Sem Sutiã: Mãe: Calcinha: Biquíni: Piscina: Loira: Peituda: Bunduda: Gostosa: Viúva: Massagem: Tia: Sem Calcinha: Hospital: Tia: Banheiro, Virgem: Ninfeta: Amigos: Mistério: Flagra: Anal:, Heterossexual: Entregador: Negão: Favelado: Fetiche, Heterossexual: Flagra, Traição / Corno, hotel, médico, médica, Infidelidade, Traição / Corno, Anal, Oral, Vaginal, Seios, Esposa, marido, amante, Heterossexual, Autor: sexlife, Fonte: CasadosContos

    Novo site galera! Visitem! contos e muita putaria https://kxcontos.blogspot.com.br/ Domingo de manhã, Raliely acordou apesar do absoluto silêncio. Normalmente teria tanta gente aqui que você poderia jurar que era uma família italiana tradicional. Com direito a uma porrada de priminhos pentelhos, que ela ama de todo coração. Aonde foi todo mundo? Ela esfrega os olhos. O cobertor está no chão e sua calcinha sumiu. Não, não sumiu, está enroscada no tornozelo esquerdo embolada. Raliely ainda não sabe por quê se veste para dormir já que todo dia acorda nua da cintura para baixo. - É foda - diz sacudindo o pesinho, mas a calcinha não sai - Saco!!! Encolhe a perna e puxa o fio dental, joga com gosto do outro lado do quarto. Ajeita o top que estava torto deixando o seio direito de fora, penteia o cabelo loiro que lhe cai até a metade das costas até deixar aceitável e veste uma legging preta. Sem calcinha em sinal de protesto! As feministas queimaram seus sutiãs nos idos dos anos cinquenta ou sessenta, mas se caso Raliely estivesse por lá teria de bom grado mandado suas calcinhas junto para o inferno! ... Ah, esse mal humor. Eu sei o porque ... Sim, foi por passar a noite de sábado solitária. Algo que não acontecia a muitos anos. Claro que você não imaginaria, afinal ela acordou: quase pelada, o resto da pouca roupa desajeitada e descabelada daquele jeito. Quem visse diria que passou a noite toda fazendo sexo selvagem. - Ah, quem me dera. E tem mais: quando aquela vozinha safada ...
    acorda falando com ela, é um sinal claro de abstinência sexual para Raliely. Mas é a vida... Saiu para tomar café e passando pelo corredor ouviu a tv com o volume bem baixinho. Alguém deve estar vendo filme pornô, pensou ela sorrindo com o calor reascendendo em sua região genital. Deus do céu, estava mesmo precisando de uma trepada. Na sala estava um primo pouco mais velho que ela, trocando de canais com uma cara de tédio que somente a tv aberta aos domingos é capaz de proporcionar. Trocaram um bom dia e Raliely foi até a cozinha. Enquanto enchia sua caneca de café com leite, viu pelo vidro do armário que seu primo esticou o pescoço dando uma boa olhada na bundinha dela. Ciente disso ela espreguiçou-se erguendo e esticando os braços, deixando uma nesga de pele tom de pêssego entre o cós da calça e a barra do top atrás, na frente revelava até dois dedos abaixo de seu umbigo. Eram nove e vinte e cinco segundo o relógio do microondas e só os dois em casa. Ela debruçou-se sobre a mesa ficando empinadinha, a forma de sua xoxota bem nítida. Foram no mercado, todo mundo junto, só pode. Não voltariam antes das onze. ... Uma hora e meia é tempo de sobra para uma rapidinha muito bem dada ... Raliely pegou a caneca e foi para a sala, sentou-se no sofá de dois lugares. Seu primo estava na poltrona sentado sem camisa, podia vê-la de perfil. Claro que ela ficou assim de propósito, sabia que seu busto tinha um apelo especial. Prova disto era seu primo apertando o braço da poltronasinal claro ...
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