1. Tia Beth e o primeiro beijo


    Encontro: 26/02/2019, Categorias: Filha, Filho, Pai, mae, separação, Amor / Romance, REAL, Orgasmo, Masturbação, Loucura, Hétero, BBW, gordinha, Gozada, Hero, gozada na cara, comida de quatro, sexo no sofá, Tio Traição / Corno, Puta, Anal, flagra, Incesto tia e sobrinho, madura, unda, buceta, incesto., carmen 60, sobrinho, Siririca, Heterossexual boceta, Papai, Gays / Homossexual, Lésbicas, titia, Tia, Incesto, gostosa, Excitação, EXCITANTE, Oral, a força, Chantagem, cu, rabuda, bunda grande, Traição / Corno, hotel, médico, médica, Infidelidade, Traição / Corno, Anal, Oral, Vaginal, Seios, Esposa, marido, amante, Heterossexual, Autor: sexlife, Fonte: CasadosContos

    ali não faltam, transpira sensualidade, transpira charme, volúpia. Meu pau reage ao olhar que tenho vendo que ao amarrar o sutiã, talvez devido ao tamanho dos seios, uma fatia branca dos mesmos ficou exposta. Isso é visível porque estou dentro da piscina e ela em pé fora dela. Hipnotizado, viciado, dominado pela intimidade que vejo sinto o pau latente, crescente – ainda bem que estou na piscina e ninguém sabe. Ela percebeu, vi seu olhar num relance, cruzamos os olhos não mais que um segundo, suficiente para mostrar que a desejava – ela sorri, sorriso cínico, mínimo em resposta ao meu olhar, quente. Com medo que alguém percebesse meu querer, afinal era uma festa e lá estava o marido perambulando ali, desviei o olhar um instante, quando voltei já não estava no lugar. Nadei, mergulhei a esfriar o sangue que borbulhava nas veias, afinal não podia sair no estado duro que me encontrava, seria muita bandeira. Minutos depois fora da piscina vejo Beth com dois copos vindo na minha direção, entrega um como se não tivéssemos cruzado olhares quentes. - Depois você lê. - Ler? Ela segue em frente, passa como se eu não estivesse ali. “Ler o que? “ – penso enquanto vou bebendo o guaraná. “Será que ouvi certo?” - é outro pensamento que vem. Só então dou conta que seguro um papel dobrado debaixo do copo. Saio de lado, vou a um canto, abro o papel amarrotado e o que leio me deixa estupefato – naquela época não fazia a menor ideia do que significava a palavra. Fiquei de boca aberta e o pinto ...
    pulsando nas pernas. “Espero você no meu quarto, seja discreto.” Não acredito no que leio, será que é mesmo para mim? Será que ela entendeu alguma coisa errada? Afinal sou seu sobrinho e estamos no meio de tanta gente, o que ela pode querer de mim? Termino o copo e discretamente vou ao andar superior da mansão que eles acabaram de comprar, ainda me perco com as voltas do lugar. Mas chego... A porta está aberta, entro, ouço o barulho do chuveiro. A porta do banheiro também está aberta. Bato, não tenho resposta. A curiosidade aguça, olho o interior do banheiro e o que vejo são as peças do biquíni verde que Beth usava, mas ela não está ali e nem no quarto. Pego a calcinha, nada sensual que até a pouco aquela mulher estonteante usava. Seguro e cheiro... Nesse instante ouço o fechar da porta. Beth está num robe de um tom arroxeado, amarrado na cintura por um laço frouxo e os seios soltos dentro do tecido. - Me dá isso, quem disse que podia entrar aqui. Pegar nas minhas roupas? Fico sem fala, gaguejo, suo. Ela ri. Entrego a peça do biquíni, vou saindo. - Mandei você sair, mandei? Fica. Minha cabeça gira, não entendo. - Mas não disse que era para sair? - Agora que entrou fica. Ela cheira a própria calcinha. - Gostou do cheiro? - Eu só peguei, não... - Cheira..., sente... Sinto o cheiro da buceta e do cu daquela mulher estranha e quente. - Gosta? Te dá tesão o meu suor, o meu calor. Fala de um modo sedutor, o pau responde no ato, se avoluma dentro do calção. - Menino safado você. Se eu ...