1. Ay Papi 5 Virei a putinha do meu papi de vez


    Encontro: 23/02/2019, Categorias: putinha, Anal, proibido, Tesão, Ninfeta, Incesto, Heterossexual, Autor: Julinha, Fonte: CasadosContos

    É uma RELEITURA da HQ de JAB COMIX Meu pai demorou uma eternidade pra voltar, cheguei até a pensar que ele não viria mais, que tinha recuado e fraquejado de novo por medo da minha mãe e da treta maligna que seria se alguém nos descobrisse. Deu tempo de fazer minhas necessidades e me distrair no banho, brincando com o chuveirinho em cima do meu grelinho teso, só lembrando das linguadas do meu pai nele e de todas as loucuras que já havíamos feito. A rola do meu pai era maravilhosa, grande, grossa, cheirosa, e só a lembrança dela me fazia gemer apertando o jato do chuveirinho na boceta. Foi assim que o papi me encontrou: toda putinha querendo dar, gemendo e rebolando ao me masturbar só. - A putinha resolveu começar sem mim, foi? – salivei: meu pai abriu o roupão e tirou a cueca, exibindo por inteiro aquele mastro na minha frente, a cabeça gorda e roxa já deixando escorrer o líquido pré-gozo e minha boceta começou a piscar, alucinada por ele. - Tava só aquecendo, papi! – eu saí do chuveiro, me ajoelhando sem ele precisar mandar, já querendo engolir a porra dele. Caralho delicioso! Até hoje, nunca provei um igual... Mas meu pai tinha outros planos e parecia doido de tesão ao me ver completamente nua: meus peitinhos de biquinhos durinhos, minha boceta quase sem pelos, minha bundinha redonda e dura. Ele me colocou sentada na bancada da pia, o frio do mármore logo esquentou com o calor da minha bunda, e começou a cheirar minha boceta, abrindo os lábios dela com a língua, beeeem ...
    devagar. - Se você soubesse o quanto me excita agora quando me chama de papi... geme, putinha, geme na minha língua, vai, me chama de papi! Diz o quanto eu to te dando prazer, vai! – eu, é claro, obedeci! - Vai, papi, mete essa língua gostosa lá no fundo! Hummmm, papi, assim, que delícia! Adoro quando o senhor me chupa, sabia? Me sinto uma verdadeira putinha rebolando e gemendo na cara do meu papi... – e enquanto eu falava, ele me bolinava, língua e dedos, fazendo a festa no meu grelo, lambendo, chupando, mordiscando e espetando minhas coxas com a barba malfeita. Eu nem podia reclamar: fui eu que atrapalhei tudo, mas nem estava afim de me importar, aquela barba estava roçando lugares muito sensíveis e elevando meu tesão a mil. - Ta sentindo o quanto eu to molhada, ta? Isso, papai... Bebe tudinho, papi, bebe todo o meu suquinho de boceta... – cada vez que eu chamava “papi”, “papai” e tudo o mais, eu ganhava um tapa na bunda e uma lambida mais forte, uma sugada mais intensa. O pau dele parecia pedra nas minhas mãos quando ele finalmente parou de me chupar e reclamou atenção. - Tá vendo o que você faz comigo, Julia? Olha como você me deixa! Eu to me sentindo um animal, falta pouco pra eu te rasgar todinha! – ele me tirou bruscamente da bancada da pia e me virou de costas pra ele. Eu tremi, mas não foi de medo, foi de tesão: senti a cabeça do pau do papai roçar minha boceta e meu cu, indo e voltando, meu pai esfregando a glande na minha umidade e trazendo toda pro meu anelzinho. – ...
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