1. Incesto: Sodomia Vs Depressão


    Encontro: 15/02/2019, Categorias: Sexo, Putaria, Chantagem, primos, desconhecidos, dando para geral, comendo geral, Pai e Filho, PUTO, Incesto, Oral, Anal, Ambição, Amor / Romance., Gays / Homossexual, Autor: Lemon, Fonte: CasadosContos

    O jantar foi adiado. Ainda bem, não estava no pique de ficar rodeado de gente que fingi gostar da felicidade de meu amigo. Estava estressado. Sim, e muito, passei a semana indo em horário alternados no café onde achei Daniel e ele não estava la. As vezes enrolava em tomar meu café com medo de perguntar o que tinha acontecido. Ele saiu naquela noite com tanta pressa que me culpei de não ter insistido em levar ele em casa, pelo menos já saberia onde ele morava. Estava sentado naquela mesa fazia pelo menos uma hora e meu café criou e nem tinha tocado no sonho que pedi junto. Onde estava aquele garoto? - Você esta bem? Eu me viro com tudo na esperança de ser o meu garoto ali, porém minha mente pregava uma peça. Era o garoto do caixa que sentiu na minha mesa. Seus olhos azuis me encararam. Diferente dos olhos de Jason, que eram frios e sombrios o desse garoto eram como o céu, bonitos e aconhegante. - Sim. Eu acho. - Eu acho? Isso não é uma certeza e se está com dúvidas, é porque você realemnte não esta bem. Dúvidas sempre pensam para o lado negativo. - Você é algum tipo de psicólogo? – pergunto tentando não ser ofensivo. - Estudo psicologia. – disse dando de ombros. – Quer me contar o que houve? Sou um bom ouvinte. Forcei um riso, o que foi bem estranho. - Eu queria saber o que aconteceu com o garoto ruivo que trabalha aqui. O nome dele é Daniel. Os olhos do garoto mudaram de reação, ficaram melancólicos e tristes. - Porque quer saber.? - Calma. Eu só quero saber porque ...
    conversamos algo rápido quando sai do trabalho e encontrei ele na rua. Pedi desculpas pelo que fiz mas cedo. O garoto loiro me olhou desconfiado. Porém ele me olhou bem e suspirou. - A mãe dele morreu. - C-como assim? Me explica isso direito. Ele mordeu o seu lábio inferior, como se lutasse uma guerra interna para ver se falava ou não para mim. - Sou amigo dele também. Quero dizer, não tão amigo assim, digamos que conhecidos. Ele suspirou já com a resposta. - A mãe de Daniel tinha câncer. Estava num estado terminal e não resistiu. Ela passou bastante mal e teve uma parada cardíaca. Pisquei várias vezes para sabe se era isso mesmo o que tinha ouvido. - Onde ele mora? Qual o numero dele? - porque? - Eu quero ve-lo. Ver se ele esta bem mesmo. - Não vou dar. Mal conhece ele. - Você precisa me dar essas informações. – Beto na mesa alterado. O que tinha acontecido com ele? Eu já tinha visto isso antes. – Ele esta sozinho? - Sim. Calma aí garoto. Não vai surta agora. - Vai me dar ou não? - Não precisa. – Era a voz dele. Era ele ali na frente. Eu não sei realmente o que aconteceu para eu ter surtado daquele jeito. Olhei para ele que estava do mesmo jeito que o encontrei naquele dia a noite. Seu corpo mesmo cansando, em seus olhos ainda tinham um brilho. Um pequeno brilho de alguém que ainda não perdeu a esperança. Me levantei e peguei minha bengala. Cheguei perto do garoto e me contive de abraca-lo ali na frente de todos. - Como está? Ele me deu um riso fraco. Seus olhos foram direto para seu ...
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