1. A Pizzaria 15


    Encontro: 14/02/2019, Categorias: Amigos entre casais., Heterossexual, Autor: Carlos, Fonte: CasadosContos

    A PIZZARIA 15 ATENÇÃO: ESSA É A PARTE 15. ANTES DE CONTINUAR, LEIA O PRIMEIRO CAPÍTULO. OBRIGADO. Felizmente, votos e comentários generosos de alguns leitores, fizeram-me continuar. Talvez possa não ir até o final, mas, enquanto a série estiver agradando, com certeza, terá a sua continuação. Continuo agradecendo os votos e comentários recebidos, sejam eles positivos ou não, até porque, servirão sempre de estímulo à publicação de um novo e inédito capítulo. Mas, prosseguindo... A PIZZARIA PARTE 15 A brasa da churrasqueira estava quase se apagando. Havia sobrado alguns pedaços de assados, e carne fresca na geladeira. Além da louça e dos talheres, copos usados com os restos da caipirinha que a minha esposa e Giovana beberam espalhavam-se pelo chão, à beira da piscina e na mesa. Com sede, abri outra cerveja. Porém, tomei apenas um copo e não quis mais. Já não descia bem. Então, preferi ir até à cozinha beber água, e joguei a sobra da bebida na pia. Em cima da mesa estava o que havia restado da vokka que Giovana e Denise tomaram: menos de meio litro. Recolhi os cascos vazios das cervejas espalhados, e a sobra do carvão que estava no saco de papel, e levei tudo para a despensa. Fiz faxina geral nas mesas e na churrasqueira. Depois, coloquei os copos e talheres usados na pia da cozinha. Chegara mais um final de festa! Pensei. Quando eu havia começado a lavar os talheres, Giovana veio até mim, dizendo: —Deixe isso para amanhã gato. Depois cuidamos disso. Daí eu a abracei, e enquanto ...
    nos beijávamos, ela segurou meu pau por cima da sunga e disse: —Nossa Edu! “Ele” já está nervoso hein! —Vamos lá no meu quarto. Falou. O quarto em que Giovana estava alojada era o mesmo em que eu e Alessandra tínhamos ficado, e nele ainda estavam as duas camas de solteiro. Para nos amarmos à vontade, decidimos colocar lado a lado, ambos os colchões no chão. A noite estava quente, e Giovana vestia apenas um “camisão” avermelhado sobre o biquíni e calçava sandálias havaianas. Vestida assim, teria ido ao quarto da sua tia prepará-la para dormir. Devido ao efeito do sonífero, em pouco tempo, a velha entrou em sono profundo. Na parte de baixo eu ainda usava sunga, mas agora vestia uma camiseta de malha despojada, idêntica a que costumo dormir. Após ajeitarmos os colchões e lençóis no chão, quando fui beijá-la, Giovana, pegando uma toalha, me falou: —Vamos ao banheiro tomar banho gato. Não gosto de dormir com o cloro da piscina no corpo. —Sim, vamos. Respondi. Saímos. Parei no quarto onde Denise continuava dormindo, a fim de pegar minha toalha na bolsa. Em seguida, fomos para o banho. Já pelados, quando entramos no chuveiro, abracei Giovana por trás, e segurei-lhe os seios, enquanto lhe dava beijinhos na nuca e pescoço. Quando ela sentiu o pau duro lhe esfregando a bunda, perguntou-me baixinho: —Você gosta de comer atrás gato? —Sim, claro. E você? Perguntei. Então ela pegou meu cacete duro com a mão, como se quisesse examiná-lo melhor, e respondeu-me: —Gosto. Mas eu que tenho que ...
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