1. No rancho fundo, e como foi fundo - 4ª parte


    Encontro: 10/02/2019, Categorias: modelo, velho, janela, Anal, Oral, Vaginal, Heterossexual, Autor: Dudinha, Fonte: CasadosContos

    Acordei com gosto de porra em minha boca mas sem entender exatamente o que havia acontecido. Olhei para os lados e me lembrei que estava no sítio de Osmar. Algumas risadinhas me chamaram a atenção. Levantei, com meu cuzinho ardendo um pouco, e segui na direção das risadas. Olhei de relance pela porta e vi Osmar e Francisco de cuecas e Mirela com as meias-calças, cintas-ligas, pulseiras e coleira, igual a mim, porém eu não reconheci minha irmãzinha no meio daqueles homens. Eles não me notaram, mesmo eu não tendo feito qualquer esforço para me esconder. Eles cantarolavam uma canção sertaneja que saia do radinho velho enquanto preparavam do almoço mas também brincavam como namorados, dando tapinhas na bunda farta de minha irmã, beijando-a na boca, nos ombros, seios, encoxando-a enquanto ela preparava algo sobre a pia. O que me deixava mais desconfiada era o fato de ela, tímida como sempre fora, estar rindo e gemendo perante as sarrações e brincadeiras dos velhotes, chegando ao ponto de dançar rebolando no cacete de Francisco e depois colocar a mão e dar uma apalpada, "Que peninha, o peruzão ainda não está no ponto", e isso com uma vozinha de puta como eu nunca tinha ouvido. Meus dedinhos já passeavam em minha xoxotinha melada enquanto os dois velhacos abusavam de minha inocente irmãzinha, e eu ainda tenho coragem de chamar essa putinha de inocente. "Boa tarde, dominhoca", apenas sorri para eles, "Estamos preparando o almoço", e Chico deu um tapão em sua bunda, "Sua irmãzinha ...
    aprende rápido, Duda". Ao me aproximar, passei primeiro por Osmar que agarrou-me pela nuca e tascou-me um beijo. Sua barba roçando meu rosto me deixava ainda mais excitada. Mal ele me soltou, foi a vez de Mirela me agarrar e beijar minha boca. Antes mesmo desse voluptuoso beijo terminar, Francisco enfiou-se entre nossas bocas e dividimos seus lábios amorosamente. "Isso é muito bom", ele falou quando terminamos. "Deixa eu ver", Osmar empurrou meu rosto contra o de Lelinha e tornamos a nos beijar, sendo que, dessa vez, dono da farmácia intrometeu-se entre o beijo, lambendo nossos lábios como se fossem favos de mel, enquanto suas mãos se fartavam em nossas generosas bundas. Com isso, entrei no clima de putaria e os ajudei a terminar a comida. Falando a verdade, quem fez a comida fomos a Lelinha e eu. Os dois safados só queriam saber de nos beijar, sarrar, apertar, estapear, encoxar, lamber, morder, e por aí vai. Foi uma experiência realmente excitante, diga-se de passagem, e, por sorte, nenhum dos dois conseguiu manter uma ereção por tempo o suficiente para nos comer antes da comida ficar pronta. Terminado o almoço, sentamos os 4 nos sofás velhos da sala. Francisco e eu no de 2 lugares e Mirela e Osmar no de 3. Claro que os dois velhotes continuaram a nos bolinar, mas agora conversávamos amistosamente. Eles ficaram muito curiosos sobre minha vida de modelo e como havia conseguido uma chance. Não dei muitos detalhes mas acabei contando sobre alguns dos meus casos com os chefões e ...
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