1. DE VOLTA À PIZZARIA - Capítulo 16


    Encontro: 09/02/2019, Categorias: Amigos entre casais, Heterossexual, Autor: Carlao, Fonte: CasadosContos

    DE VOLTA À PIZZARIA CAPÍTULO 16 ATENÇÃO ESSE É O DÉCIMO SEXTO CAPÍTULO DA FASE 2 DA SÉRIE “A PIZZARIA” . ANTES DE PROSSEGUIR COM A LEITURA, LEIA, NESTE MESMO SITE, A FASE 1 DA SÉRIE ORIGINAL (A PIZZARIA), DO MESMO AUTOR. OBRIGADO. CAPÍTULO 16 Depois dessa longa conversa que eu tivera com a Kátia, acabei mesmo ficando com o pau duro, só de imaginar que a vadia, desde que se mudara para cá, já tivera três homens diferentes, além do marido. E a lembrança dela deitada de bruços, com as largas ancas morenas voltadas para cima, somente esperando eu lhe tirar o minúsculo fio dental branquinho que usava, antes de ser por mim enrabada, sempre me trazia de volta aquele passado recente e maravilhoso, dos nossos encontros no motel. Na verdade, embora discreta, ao contrário da sua mãe, Kátia era, sim, uma putinha safada, tal qual a sua tia Denise, pois ambas já experimentaram os cacetes uma do marido da outra. E não resistindo mais a tanta excitação, fui ao banheiro, para bater uma bem gostosa, antes de voltar sozinho para casa. Quando lá entrei, pelo fato de o toalete também estar desarrumado, vi sobre a tampa do cesto de roupas usadas um shortinho branco, ao lado de uma camiseta regata com estampa da “Columbia University”, e uma minúscula calcinha vermelha. Na hora, lembrei-me da camiseta, pois já vira a Ticiane usando-a. E o meu tesão aumentou quando peguei o fio dental, e daí, infelizmente, o desejo fora maior, e não teve jeito: esfreguei-a no cacete, e gozei em cima da peça, ...
    pensando nas coxas da minha enteada clara, novinha, e gostosa. Depois, joguei-o molhado dentro do cesto, e saí do banheiro. Em seguida, fui até a cozinha despedir-me da Vera e nos beijamos. Quando eu lhe passei a mão na bunda, ela advertiu-me: —Aqui, não, Edu. —Tenho medo de a Kátia desconfiar, pois ela é muito esperta. Explicou-me. Entendi a sua preocupação, e não quis arriscar nada naquele momento, até porque, já havia acabado de gozar na calcinha da Ticiane. Então, saí da cozinha e a Kátia me acompanhou até o portão. Despedi-me da enteada com um beijinho no rosto, e fui-me embora. Como todas as outras anteriores, passamos mais uma semana vivendo nossa feliz relação a três. Agora mais acostumados e entrosados, muitas vezes tomávamos banho todos juntos, ou dormíamos todos pelados. Com o passar dos dias, a Vera já não tinha mais vergonha de chupar o meu pau, com a Denise nos observando. E ela adorava nos ver assim. E, em algumas vezes que eu comia a Denise ao seu lado, na nossa cama, a Vera se masturbava nos olhando, e acabávamos sempre gozando os três ao mesmo tempo. Ela também sentia tesão quando me assistia enrabar a Denise deitada de bruços. Porém, Vera ainda relutava em fazer o mesmo comigo – sexo anal - ao lado da sua irmã, e eu respeitava a sua restrição. Mas, lógico, eu e Denise sabíamos que, um dia, isso poderia acabar acontecendo. Enfim, chegando mais uma sexta feira, Denise veio me dizer: —Estive na Dona Cida ontem, Edu. —Sim, Denise. E como ela está? —Ela está bem ...
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