1. CARNAVAL NO SWING - LIBERTINAGENS


    Encontro: 02/02/2019, Categorias: Grupal, Autor: sigma, Fonte: ContoErotico

    Olá, amigos. Tudo bem? Depois de um bom tempo ausente, vim contar uma boa experiência que passamos (eu e minha esposa) nesse carnaval. Vamos aos fatos:Esse ano de 2017 foi meio difícil no trabalho. O trabalho em excesso e nossa filha nos cansaram muito, então resolvemos que no carnaval não iríamos ficar na farra, apesar de adorarmos. Iríamos a algum lugar mais tranquilo, para relaxar mesmo. Fomos então à capital de um estado sem muita tradição no carnaval, mas muito bonita. Prefiro não dizer qual, para nos preservar. Deixamos a filhota com a avó e fomos, para termos mais paz e liberdade.Chegando lá, realmente tudo era muito bom; hotel confortável e bem localizado, cidade limpa, praia bonita, etc. Lá pelo segundo dia de estada, percebi algo: devido a tantos compromissos, esquecemos um pouco da nossa vida de casal, de modo que fazia um tempo que não aprontávamos nada. O carnaval seria uma boa, já que parece que as pessoas ficam no cio... kkkk e como estávamos em outro estado, era o ideal. Fui pesquisar na internet e encontrei uma casa de swing que parecia ser muito boa, de bastante nível, e que estava promovendo bailes durante o período de momo. Comentei com a Renata e ela adorou a ideia, dizendo que estava com saudade mesmo das nossas putarias. Então lá fomos nós, lá pelas 22:00h.Entramos na casa, que fazia no dia uma ação de prevenção à AIDS, com aqueles testes imediatos gratuitos. Achei uma boa, deixa a gente mais tranquilo, não é mesmo? Fomos para a mesa e começamos a ...
    beber uns drinks e a música rolava solta, com umas marchinhas. O ambiente era bem refinado, o que até nos deixou meio encabulados, pois somos simples. Em algum tempo o salão começou a encher e depois de nos soltarmos mais com a ajuda da bebida, para quebrar o gelo, resolvemos dar uma conhecida na casa. Na pista tinha um pole dance na frente do palco, e ao lado um corredor, por onde entramos. Logo depois da porta era o banheiro, à esquerda. Em frente, à direita, um labirinto de paredes pretas e bem mal iluminado... Seguindo adiante, à esquerda, havia uns gloryholes mais recuados para nnão atrapalhar a passagem. E no fim do corredor, em frente, uma dark room bem grande, de dois ambientes: logo no começo, uma penumbra em que era possível distinguir formas, mas nãos dava pra ver os rostos, praticamente. Havia uma máquina de fumaça que deixava realmente tudo embaçado. E depois de uma divisória, escuridão TOTAL. Não se via rigorosamente nada, e a casa dizia que lá não se deveria ver mesmo, só sentir, se entregar.Depois de vermos tudo, voltamos para a mesa, pois o movimento ainda estava fraco, talvez pelo horário. Nós dois já estávamos com tesão, e continuamos bebendo e dançando, pois sabíamos que iria rolar. Aí já viram, dança daqui, troca de olhar de lá, aquela coisa toda, o clima foi esquentando. Decidimos que era a hora e fomos para o corredor. O movimento já era bom, o que nos animou mais. Percebi que havia mais homens do que mulheres, pois naquele dia havia uma certa quantidade de ...
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