1. Meu namorado e o pai dele – Parte Final


    Encontro: 12/01/2019, Categorias: Infidelidade, Filho e Pai, genro, Sogro, Fetiches, a tres, Menage, Amor / Romance, Amor / Romance, NAmor / Romanceado, Sogro e genro, Pai e Filho, Gays / Homossexual, Autor: JDsempre, Fonte: CasadosContos

    Depois do que relatei a vocês, minhas putarias com César se tornaram um tanto frequentes. Nós dávamos um jeito de nos encontrar às escondidas, na casa dele ou na minha, e eu chupava gostoso a rola que fabricou e fudeu meu namorado Guilherme. Meu sogrão parecia ter pegado gosto em mim e aquilo era simplesmente delicioso. Nossa segunda transa aconteceu na minha casa, em uma noite na qual fiquei sozinho e o Gui (realmente) foi fazer hora extra na academia. Fiz aquela gulosa caprichada no sogrão, que estava todo espalhado, sentado na poltrona do meu pai. Depois, chupei seus dedões e os senti me tocando, e alargando, enquanto nos perdíamos em um amasso de língua. - Será que isso é tão gostoso por ser errado? – indagou ele, enquanto lambia meu pescoço. - Responda você, que é adepto à coisas “erradas”... – respondi, gemendo naqueles dedões. - Tsc... – respondeu César – Foi-se o tempo deu achar que o que rola com o Gui é errado! Acontece que traçar você, o namorado dele, com quem eu também transo, já é muita putaria! - Putaria da boa! – argumentei e lambi seus lábios – E dá pra melhorar! Ele arregalou os olhos, com um sorriso de deboche: - Tá pensando em ménage? Nem ouse, Bernardo! Eu ri e então lambi seus mamilos, arrancando gemidos daquele homão metade puto, metade conservador: - Seria muito clichê... Tenho uma ideia bem melhor! Vem... Fui para o sofá grande, tirei a roupa e fiquei em posição de frango assado. Rindo igual um adolescente prestes a foder pela segunda vez, César ... também ficou nu e caiu de boca na minha bunda. Mal tive forças para gemer. Ele revezava lambidas na minha entrada com mordidas nas minhas nádegas e coxas. - No que você está pensando então, seu pervertido? – questionou César, sem parar o cunete. - Me come que eu te conto! Ele ficou louco. Se encaixou em mim, forçou a entrada, me encarou, lascou um beijão babado, me melecou e me fodeu. Gostoso, forte, ritmado. Eu me sentia nos céus! - Fala logo, ahn! Como que esse absurdo que a gente tá vivendo pode ficar melhor? – insistiu César, em um sussurro, lambendo minha orelha. - Eu quero ver vocês dois fodendo! César me encarou irritado, como no primeiro dia, aumentou a força das estocadas, como se quisesse me punir e declarou: - Para de inventar merda, cara! Nunca que eu vou comer meu filho com você vendo! - Ah, você prefere continuar transando com ele pelas minhas costas?! – provoquei, rebolando forte na vara dele – Eu vou abrir o jogo com o Guilherme e você não vai poder negar, César! - Seu puto, viadinho do carallho! – respondeu ele, enfurecido. César segurou forte na minha cintura, com suas enormes mãos, praticamente me currando. Precisei morder uma almofada da minha mãe, se não era capaz de algum vizinho escutar meu berro de dor e prazer. Lasquei bem na cara dele: - Você achou a ideia tão ruim que está me comendo muito mais gostoso que da primeira vez, não é? Seu sem vergonha, sem moral, macho gostoso do diabo! César me beijou tão forte, enfiou a língua tão fundo na minha garganta e ...
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