1. O pai de Olivia comprou um um apê para ela; sabe como ela agradeceu?


    Encontro: 11/01/2019, Categorias: Incesto, Autor: kaplan, Fonte: ContoEroticoComBr

    (escrito por Kaplan) Depois que voltou da Europa, onde viveu sozinha por quase um ano, Olívia estranhou viver novamente com a família. Não que tivesse problemas, longe disso. Adorava o pai, pelas razões que os leitores e leitoras já conhecem. Se dava muito bem com a mãe. Mas havia curtido muito o viver sozinha. E pediu ao pai se ele poderia comprar um apartamentozinho pra ela. Pequeno, nada de coisa grande, uma quitinete, mesmo. Bastava uma sala, um quarto, um banheiro e uma cozinha. Na cidade havia vários edifícios cujos apartamentos coincidiam com o que ela desejava. Saiu à procura, e gostou de um em particular. O pai, felizmente tinha posses, comprou o apartamento para ela. E mobiliou tudo também, claro. Levou-a a uma loja de móveis de um conhecido, ela escolheu e em poucos dias estava tudo entregue. Ela estava muito feliz com tudo. – Quero te agradecer de um jeito todo especial, papai… vamos lá, quero inaugurar o apê com você. Já imaginando o que ela pretendia, Beto a acompanhou ao apartamento. E passou uma manhã e uma tarde lá, porque a inauguração foi demorada! Como sempre, ele me contava tudo. – Imagina, Kaplan, que, mal cheguei, ela abriu a porta… vestida só com uma blusinha e uma calcinha… coisa de doido! Me recebeu com muitos beijos, me abraçava sem parar, falando da felicidade dela em ter a casinha dela. Virou pra mim e disse que nós tínhamos de inaugurar cada um dos aposentos. Na hora eu calculei, seriam cinco inaugurações: quarto, sala, banheiro, cozinha e área ...
    de serviço. Fiquei meio preocupado: será que ela queria todas as inaugurações num dia só? Pois acredite, amigo, ela quis sim. Felizmente foram duas logo que cheguei e eu só gozei na segunda; e três à tarde, com mais duas gozadas minhas. – Começamos pelo quarto. Ela me arrastou pra lá, tiramos as roupas, ela deitou, já com as pernas abertas e eu caí de boca na xotinha dela, lambi tudo a que tinha direito, entre risos e gemidos dela. Depois fizemos um papai e mamãe bem gostoso. Nem eu nem ela gozamos, deixamos para o ambiente seguinte, a área de serviço. Era pequena, mas ela deu um jeito fenomenal. Apoiou as mãos no tanque, empinou o bumbum e eu entendi o que ela desejava. Cheguei junto a ela, segurei-a pela cintura e meti, por trás e fiquei bombando bastante e ela não quis sair dali enquanto não gozasse, o que demorou um bocado, mas finalmente ela gozou e me liberou para gozar também. Fomos para a cozinha, porque já era quase meio dia e ela queria preparar um almoço pra nós. Imagina o que é ver a Olívia, peladinha, mexendo nas panelas, o bumbum balançava, os seios também… quase a agarrei de novo, mas ela não deixou, falou que a cozinha seria o próximo local, mas depois do almoço. Me contive e esperei. Almoçamos, ela falando dos planos dela, queria trabalhar, ficar independente, parar de me dar despesa… eu incentivei o máximo, mas não me incomodaria nada se ela não realizasse o que desejava. Bem, almoço terminado, cozinha arrumada… e ela me olhando com aquela cara de sapeca que ...
«12»