1. Dei para o filho do cacique


    Encontro: 11/01/2019, Categorias: Gays / Homossexual, Autor: lucionorberto, Fonte: ContoErotico

    mancebos. Eu só tinha lido, de passagem, sobre comportamento semelhante entre algumas tribos guaranis do Paraguai. No calor da conversa, perguntei a Suruí se ele gostava de fazer sexo com os mancebos da tribo. Respondeu-me que adorava, que era muito gostoso e que lhe custava esperar para casar-se e então passar a fazer sexo com a jovem índia a ele prometida. Fui além, com algum jeito, claro, sondando ele se havia alguma proibição que os moços da tribo fizessem sexo com não índios, mulheres e homens. Ele respondeu que embora não fosse costume, proibido não era. Eu arrisquei e dei o bote. Ele faria sexo comigo, se eu me fizesse de mancebo para ele? Não percebi nenhum ânimo especial dele naquela cantada, mas acenou a cabeça em sentido positivo, que faria, sim, sexo comigo se eu desse meu cu para ele. Pegou-me, então, pela mão, me levou um pouco mais para o interior da mata e expôs a sua genitália para mim, indagando-me se eu havia gostado dela e se depois de vê-la exposta eu ainda estava com vontade de me deitar para ele. Era tudo o que eu queria naquele instante, mas com muito jeito eu pedi que esperássemos até o outro dia. Inventei qualquer coisa que lhe convenceu a esperar. Naquele momento eu estava sem um lubrificante adequado para a penetração. Desnecessário dizer que no dia seguinte, tão logo nos afastamos da visão dos índios que estavam na taba, Suruí me pegou pela mão e apressou seu passo mato a dentro. ... Paramos no local indicado por ele, tirei minhas roupas, lubrifiquei fartamente meu botão e o convidei a penetrar-me. E ele o fez com enorme volúpia. Seu grosso e comprido cacete parecia rasgar-me inteiro, mas era bom. Ou melhor, era maravilhoso. Eu via estrelas, mas eram estrelas de prazer. Quando todinho dentro de mim, Suruí começou um estonteante movimento de entra-se-sai que me pôs nas nuvens. Sua ejaculação foi farta e quente, inundando-me por inteiro. Silencioso, como quando enfiou seu gostoso sarrafo no meu cu, Suruí o retirou, mole e pingando porra, de dentro de mim. Deitou-se ao meu lado e tomou minha mão, fortemente, entre as suas. Continuamos em silêncio, apenas ouvindo nossas respirações. Passou-se algum tempo e o filho do cacique começou a se movimentar, quando então percebi que ele estava outra vez de pau duro. Lubrifiquei-me e encostei meu traseiro na sua ferramenta gostosa. Ele voltou a meter-me com vontade o seu caralho. E de novo gozei deliciosamente no pau daquele índio tão especial para mim. Ele me encharcou o cu mais uma vez com sua porra quente. Pelos próximos três meses, tempo que durou minha atividade junto à tribo do povo de Suruí, poucos foram os dias em que ele não me fodeu gostosamente. Moço saudável e tesudo, raramente nossa transa parava na primeira penetração. Foi um tempo maravilhoso, do qual sinto saudade até hoje. Suruí, o filho do cacique, é uma de minhas melhores lembranças.
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