1. MULHERES SURPREENDENTEMENTE INCOMUNS!


    Encontro: 11/01/2019, Categorias: madura, Desejo, Traição / Corno, Anal, Oral, Heterossexual, Autor: O BEM AMADO, Fonte: CasadosContos

    Como contei, em textos anteriormente publicados, encontro-me em uma fase da vida que tudo fica mais lento e todos os momentos precisam ser apreciados em sua totalidade; e digo isso, inclusive com relação ao sexo, ou melhor, principalmente em relação a esse tema. Sempre que uma oportunidade surge, eu deixo que ela aconteça naturalmente, sem afobação ou desleixo. E não é que tal postura tem rendido frutos excelentes! Como o que vou lhes contar agora. Meses atrás, eu estava no supermercado (onde mais?) em companhia de minha esposa, fazendo as habituais compras de fim de semana, e, em dado momento, eu e ela nos separamos, já que eu precisava pegar alguns itens mais volumosos, antes de encher o carrinho com aqueles mais sensíveis. Após abastecer meu carrinho com uma caixa de leite, um engradado de água mineral e duas garrafas de isotônico, estava no corredor das bebidas lácteas prontas e me defrontei com uma mulher que exibia no ombro esquerdo uma belíssima tatuagem de um golfinho saltando no ar. Era uma obra de arte muito linda, especialmente porque, o artista dera a ela um efeito tridimensional, causando a impressão de que o mamífero estivesse pairando sobre a pele alva do braço da sua dona. Extasiado ao ver tal imagem e incapaz de resistir à minha própria curiosidade, aproximei-me dela com o fito de obter mais informações sobre o artista que fizera aquele trabalho. Como de hábito, antes de mais nada, tratei de observar a dona da tatuagem: era uma mulher com idade entre ... quarenta e cinco e cinquenta anos, cabelos castanhos com luzes amarrados em um rabo de cavalo; um rosto de pele clara, olhos castanhos, boca de lábios finos e um ar despojado, como despojadas eram suas roupas; uma camiseta regata branca e um shorts azul-claro, com os pés calçados em chinelos havaianas, exibindo dedos pintados com um lindo esmalte vermelho. Tinha nos braços uma criança – um menino – de aproximadamente uns três ou quatro anos, muito sorridente e expansivo, que notou minha aproximação sem exaltações; próximo dela, me apresentei e elogiei o desenho que tinha sobre o ombro, perguntando quem era o artista que fizera tal trabalho tão esmerado. -É um amigo do meu filho – ela respondeu com um sorriso lindo. -Mas, ele é muito pequeno para ter amigos que já atuam como tatuadores – comentei, olhando para o garoto que estava nos braços dela. -Não, imagina! – ela respondeu com outro sorriso mais iluminado ainda – Este aqui é meu netinho … -Me perdoe – objetei com ar alegre – Mas achei você jovem demais para ser avó! Ela me agradeceu e terminamos nossas apresentações …, seu nome era Vera e residia nas imediações; voltamos ao assunto principal, e ela me disse que o tatuador, amigo de seu filho não tinha estúdio e atendia em domicílio. Me disse ainda que ele não cobrava caro pelos trabalhos, pois estava em início de carreira e queria “fazer nome”. No calor da conversa, ela me pediu meu “whatsapp” para que eu lhe passasse o contato do rapaz. Quando lhe disse que não dispunha do tal ...
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