1. Depois da ceia de Natal


    Encontro: 10/01/2019, Categorias: Fantasias, Autor: docenegrorj, Fonte: ContoErotico

    Isso acabou de acontecer e ainda tenho o pau com o cheiro da boceta e do cuzinho da Flávia enquanto escrevo.Como todo ano, a ceia estava um saco e eu tentava alguma fuga pelo whatsapp, talvez alguma festinha de perdidos ou alguns amigos que quisessem esticar. Nessa garimpada, começo a conversa com Flávia, antiga amiga de foda. Ela, como eu, estava com a família, mas também de saco cheio. Combinamos de nos encontrar depois da ceia na sua casa, na Tijuca. Ótimo, o Natal estava salvo.Entrei no prédio da Flávia já com o pau explodindo na calça. Sem cueca, da qual já abdiquei há alguns anos, ficava com o pau marcado no jeans. Subi e ainda cruzei com pessoas saindo de festas em outros apartamentos. Casais, senhoras, jovens, uma gostosinha de vestido preto e alto deu uma sacada no meu pau que tava escandaloso, mas eu tava nem aí. Sorri, cumprimentei com um "feliz natal" e segui.Flavinha me atendeu já de camisolinha preta. Quando viu meu estado, arregalou os olhos e começou a rir. "Não acredito que você veio assim!" Olhou por cima dos meus ombros e me puxou pra dentro. Mal fechamos a porta, nos atracamos num beijo violento já tirando as roupas. Flávia tentou se abaixar para me chupar mas a segurei, beijei com ainda mais tesão e a virei, colocando-a de frente contra a parede. Apertava seu corpo e enfiava meu pau duraço entre sua bunda enquanto mordia seu pescoço. Com uma mão afastei a calcinha e dedilhava seu clitóris. A boceta jorrava e ela pressionava a bunda no meu pau. Joguei-a no ...
    sofá, de bunda pro alto, e trepei em cima pondo todo o peso do meu corpo sobre ela. Enquanto a beijava, procurei seu cuzinho. Direcionei o pau e empurrei de uma vez. Ela tentou sair. "Assim não! Ahh...." E soltou o corpo no exato momento que sentiu meu pau rompendo seu cu a seco. Fui empurrando tudo até ter minha bola roçando sua boceta. Ela só gemia baixinho, imóvel, aguentando a rola e se acostumando com ela. Eu dizia no ouvido dela como eu tava louco de tesão de meter naquele cu, como tava me aguentando na festa, como vim o caminho inteiro com a rola explodindo e como precisava enfiá-la naquele cu que eu venero de uma vez. Ela gemia, cada vez mais alto até que começou a rebolar com o caralho todo enterrado. Foi a senha. Ainda com o peito colado nas costas dela, comecei um movimento lento, só com o quadril, de entra e sai. Sentia aquele anel apertado pressionando meu caralho e eu ia tirando, até a metade para logo empurrar de novo. Segurava sua cintura, mordia e beijava seu pescoço e metia devagar. Comecei a tirar até a cabeça e meter tudo. Cada vez mais rápido. Cada vez mais forte. Percebendo que ela tava completamente relaxada e o cuzinho completamente alargado, ergui o corpo e comecei a bombar com vigor. Ela mordia o travesseiro com cara de dor e prazer. Eu segurava sua cintura e montava, como deve um macho montar uma fêmea. Metia com força, fazendo barulho, até o fundo. Puxei seu cabelo, pus um joelho sobre o sofá e meti fundo. Aquele cu, aquela bunda empinada e aquela ...
«1234»