1. Pedro, o primão da pica perfeita e meu colega de trabalho


    Encontro: 07/01/2019, Categorias: Gays / Homossexual Gays / Homossexual CHUPETA Oral VIADINHO PUTA PRIMO COLEGA DE TRABALHO PIROCA LINDA CABEÇUDO CARALHO ROLA SACÃO PAU DURO LOIRO MODELO MENINO FEIO ESQUISITO CHULÉ PÉS PODOLATRIA PERNAS CABELUDAS CHUPADOR CHEIRO DE PICA MACHOS VOLÚPIA LASCÍVIA SELVAGEM HUMILHAÇÃO SUBMISSÃO FRUTINHA CHULEZÃO ADOLESCENTE GAROTOS, Gays / Homossexual, Autor: Juninho1991, Fonte: CasadosContos

    Desde novinho sou assediado pelo primo Pedro Augusto, o Pedro. Ele sempre traçou tudo que era mulher, elas ofereciam grana pra ficar com ele, assim como as bichas que perdiam a cabeça quando o viam. Dono de um sex appeal anormal, meu primo sempre foi bom filho, primo, amigo, trabalhador, metedor. Na prática, um touro reprodutor chamando a atenção não só pelo feromônio que emitia, mas pela beleza: loiro natural, olhos verdes, alto, corpo sarado por ser um esportista nato. Que rapaz lindo! Na adolescência, (ele mais velho que eu 12 anos) o cara parecia emitir luz própria. Gostava demais dele desde de quando me entendia por gente, perto dele eu sentia que me afeminava, era instintivo, mas jamais pensei que um dia teríamos contato íntimo, sexual. Pra ser sincero não gosto de gente padrão "Deus Grego", curto pessoas normais. Esse lance de beleza modelar me brocha, pois coloca a pessoa num pedestal quase inatingível e isso me causa desânimo, logo dispenso de cara. Sim, talvez seja preconceito, mas essa postura de pagação de pau pro "perfeito" me cansa e distancia da realidade. Só que no caso do meu primo era diferente, talvez pela proximidade por ser primo e amigo, sei lá. Ele sempre meio que cuidou de mim, protegia dos moleques que queriam me bater por causa de alguma briga de rua, se mostrava sempre presente e até se insinuava pra mim; ficava alisando a pica sobre o shorts ou calça, mostrava o volume, perguntava se queria ver... Eu era muito tímido e tinha medo de algo ...
    desconhecido. Ficava até meio ofendido com aquilo. Lá pelos meus 12 anos eu já sentia que amaria chupar rola, ficava vendo filmes e revistas pornôs só pra ver as pirocas, mesmo gostando de buceta e peitos. Eu curtia ver as picas dos meus colegas na sala de aula e rodinhas, quando todos mostravam os paus; alguns já cabeludos, aqueles tufos lindos; outros com as cabeçonas reluzentes nos mastros dos mais variados tamanhos. Eu amava aquilo. Na escola tinha um colega que era feinho, esquisito, mas o pinto dele era maravilhoso. Eu babava quando ele punha pra fora. Era de uns 16 cm, reto, muito grosso, cheio de veias e um sacão de boi... A cabeça rosada parecia um chapéu, o orifício da uretra grande; o bicho ficava super duro ao ponto de ficar pulsando como se um coração batesse dentro daquele pedação de carne rijo. Eu quase sofria um troço apaixonado pela rola daquele guri feio, lambendo os beiços sem poder fazer nada. Aquela pica linda ali, a centímetros de mim, sentia até o cheiro ocre e nada podia fazer. Era cada vez mais gritante minha paixão por macho, pés, pernas peludas, jeito agressivo e claro, suas pirocas mágicas. Nessa época eu já imaginava a possibilidade de cultuar sozinho o instrumento fixado em meio às pernas do meu primo, já não tava aguentando, era mais forte que eu. Um certo dia ele me chamou pra uma festa do serviço dele e eu fui. Ao lado tinha uma casa vazia e ele me chamou lá. Quase entrei, mas recuei, fiquei com medinho! Eu estava com o típico medo de ser feliz, de me ...
«1234»