1. Eu ensinei bem (Pt3)


    Encontro: 01/01/2019, Categorias: tortura, Oral, felicidade, casamento, Casal, Menage, Dominação, BDSM, Paixão, Amor / Romance, Sadomasoquismo, Autor: O.Dom, Fonte: CasadosContos

    Elas estão me olhando. Em ambas reconheço o olhar de expectativa, mas o de Bia em especial está encantador, ela não cabe em si de alegria e tesão. Por pouco eu não esboço um sorriso, e me viro de costas para ambas. Contemplo minha coleção, e vê-la me faz lembrar quem está aqui. Não é um namorado, não é um marido. É um Senhor, e devo agir como tal. Quando me viro de volta para a cama meu rosto está fechado. Estendo o chicote, e Bia lhe dá um beijo na ponta. Levo até Sol, que repete o gesto de minha esposa. Começo a passear o chicote pelo corpo de ambas, suavemente, elas estremecem de tensão e tesão. Em alguns momentos, ergo o chicote levemente, mas não bato, apenas retorno-o aos corpos, e continuo a carícia. Com um gesto, ordeno que se beijem, o que fazem sem hesitar, de forma intensa e apaixonada. E então, o primeiro estalo. Baixo, pois o golpe foi fraco, apenas um teste. Acertou na parte posterior da coxa da Sol, que geme, mesmo dentro do beijo. Os cantos da boca de Bia se erguem por um momento, ensaiando um sorriso. Mais uma chicotada, mais forte, agora na panturrilha. Num gesto involuntário, ela tenta esticar a perna, mas a corda se retesa, intensificando o puxão no cabelo e o formigamento que sei que ela está sentindo em todo o corpo. Eu pigarreio, e Bia, perfeitamente ensinada, vai beijando o pescoço, chega na orelha, dá uma leve mordiscada, e um cochicho baixo. Pronto. Instruções passadas. Podemos continuar. Outro golpe, a força aumentou. Agora na outra coxa. Ela geme ... mais alto, e eu reparo em outra coisa. Sua umidade aumentou. Passo por lá o chicote, e Sol estremece. Levo perto da boca das duas, que beijam e lambem, saboreando. Vou caminhando o chicote pelo corpo da Bia agora, passando desde o seu rosto, seu pescoço, suas costas. Dou o golpe em sua bunda repentinamente, e ela estremece de susto. Agarra a cabeça da Sol com ainda mais força, e faz o beijo se tornar ainda mais forte. Percebo ali não só o tesão pela amiga, mas também vontade de me provocar. Bia confirma minha suspeita ao ir com uma das mãos até a coxa da outra, e arranhar a marca que já se forma, provocando nela novos pequenos espasmos. Estendo a mão, e volto Sol à posição original, de quatro. Dou um tapa estalado, forte, na coxa da Bia, e ela entra por baixo da amiga, sugando-lhe os seios. Dobra a perna, de forma a tocar-lhe com o joelho na buceta, roçando delicadamente. Sol geme alto. Apanho novamente o chicote, passo lentamente pela barriga da Sol, indo pela parte interna das coxas, até findar em um golpe na bunda, o mais forte que ela recebeu até agora. Dá um grito, novamente a amarração puxa seu cabelo, e enquanto isso Bia está descendo pela cama, beijando-lhe a barriga, arranhando suas costelas, e deixando o próprio corpo exposto a mim. Quando Bia chega a seu destino, e começa a fazer um novo oral em Sol, eu largo o chicote de lado, e me enterro entre suas pernas, sugando com força, com pressão, estendo a mão e aperto um de seus seios, enquanto a outra pressiona sua coxa ...
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