1. Quando a tarde caiu, os pais saíram e eles ficaram sozinhos


    Encontro: 01/01/2019, Categorias: Teens, Autor: kaplan, Fonte: ContoEroticoComBr

    (escrito por Kaplan) Arlindo estava passando o fim de semana na casa dos pais de sua namorada, Jane. Local lindo, com jardim, pomar, muito verde… e ele logo imaginou sendo usado para o amor. No entanto, com os pais dela ali… era impossível. Passaram o sábado muito agradável. A casa tinha piscina, Jane usou um biquíni bem comportado, mas chamava a atenção do namorado que só ficava com mais tesão e pensando de que maneira os dois poderiam transar ali. Não admitia a ideia de voltar sem ter transado. A mãe de Jane fez um belo almoço e como ninguém ia dirigir, todo beberam bastante. Depois do almoço, Jane e Arlindo ficaram andando pela propriedade, ela ia mostrando tudo que tinham feito lá, até as árvores frutíferas que ela plantou! – Olha aquela mangueira e aquele abacateiro. Estão pequenos ainda, mas fui eu que plantei e não vai demorar muito tempo para começarem a dar frutos. Gosta de abacate? E de manga? – Gosto de todas as frutas, querida. Mas a melhor é a fruta Jane… – Safado… acha que sou uma fruta, é? E o que você pretende fazer com essa fruta? – Chupar, muito, comer… só penso coisas boas! – Estou vendo e para de me excitar porque aqui não tem jeito. Estamos um pouco longe da casa, mas já vi que meu pai está na janela, olhando a gente. Então, trate de se comportar, viu? – Despista e dá uma olhada aqui na minha calça. Ela olhou e viu que o pau dele estava duro, fazendo um belo volume. Ficou com uma vontade enorme de pegar, mas teve de se controlar. Impossível! Andaram ... em direção às bananeiras. Ela sabia que ali seria mais difícil para o pai enxergá-los e aproveitou para pegar no pau dele, abaixando um pouco a calça. E ele suspendeu o sutiã do biquíni que ela usava e beijou e mamou nos seios dela. Loucura… ela logo se recompôs e saíram dali para um local onde o pai poderia vigiá-los. O tesão só aumentava. E nada de surgir uma brecha, por menor que fosse, para os dois poderem fazer alguma coisa. Voltaram para a piscina e nadaram mais, tomaram sol. Lá pelas 5 horas, os pais dela entraram na casa e quando voltaram, estavam vestidos. – Filha, vamos à missa na capela do povoado. Não demoramos. Não fique muito tempo na água, porque o sol já está desaparecendo e vai esfriar. – Está bem, já cansei mesmo de nadar. Depois que os dois saíram, ele perguntou a distância da tal capela. – Não é longe, eles vão de carro, devem levar uns 15 minutos pra chegar lá. – Me diga que não estou sonhando. Ela riu. – Por quê? – 15 minutos pra ir, 15 pra voltar… a missa dura quantos minutos? 30, 40? – Por aí… – Temos, então uma hora sozinhos? – Hum hum… gostou? – Vem cá, gostosura… vamos aproveitar cada segundo! Correram para um canto do jardim, bem protegido e lá tiraram as roupas e se entregaram ao prazer, tão esperado, tão sentido e que agora podiam usufruir. Sentada num banco, ela pegou o pau dele e levou-o à boca, chupando bastante. Coisa que tinha aprendido com ele, seus namorados anteriores só queriam saber de meter, gozar rápido e ir embora. Ela gostava de ...
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