1. Minha mulher pediu favor a um colega de trabalho e pagou dando o cu a ele (Nayara)


    Encontro: 01/01/2019, Categorias: foda sodomia foda anal Oral chifre Traição / Corno, Heterossexual, Autor: mulatocorno, Fonte: CasadosContos

    Ao longo dessa convivência de oito anos com Nayara (primeiro como amante, depois como mulher) as nossas aventuras e as delas foram muitas. Muitas foram nossas e outras muitas foram dela. A história que vou contar aconteceu pouco depois que iniciamos nosso caso. Foi com Antonio, o mulato da firma, trabalhava no setor financeiro. Antonio era um mulato alto e magro, jovem, corpo bem definido sem exagero, era o xodó das mulheres da firma. Comeu quase todas, solteiras e casadas. As mulheres literalmente molhavam as calcinhas pensando foder com ele. Já narrei aqui que Nayara me botou um chifre de punheta com ele. Ela masturbou Antonio no banheiro e bebeu o leitinho que inundou sua cara de puta. Nayara, uma mulata da bunda grande e corpo sinuoso é uma verdadeira perdição pra qualquer homem. E eu me perdi nela. Atualmente sou seu marido levo chifre toda hora. Já me acostumei e hoje participo. Mas nem sempre foi assim. Eu tinha ciúmes queria acabar o relacionamento, mas não tinha forças. Sabia das aventuras sexuais sempre por outras pessoas, mas depois que aceitei, passamos a fazer sexo a três, grupal e o escambau. De quebra ela me contou todas as aventuras passadas, sua vida pregressa de fodelança, chupança, anal, grupal e tudo que se possa imaginar. É com base nas revelações dela e nas aventuras que tivemos juntos, que eu tenho feito relatos aqui. É tudo real, embora eu troque os nomes dos personagens, mas os lugares são reais, os fatos acontecidos também, embora eu às vezes ...
    acrescente alguma coisa do que imagino como tenha sido. Então, Nayara tinha tesão no Antonio e não me escondeu isso. Fiquei atento pra não levar um chifre, mas não adiantou. O primeiro chifre que levei foi de Antonio, o chifre de punheta. Mas ela queria foder mesmo com Antonio, sonhava com isso, fantasiava, se masturbava, melava a calcinha. Não era fácil porque na época ela era casada com outro cara, e além do marido, eu, o amante, a vigiava. E o Antonio era casado com uma mulher ciumenta, que de vez em quando dava umas incertas na firma pra ver o que ele estava aprontando. Antonio também tinha tara por Nayara, vivia secando a bunda divina dela. Ela rebolava a bunda na cara dele, fazia biquinho com quem tá a fim de um boquete, falava de jeito dengoso. Até que um dia surgiu uma grande oportunidade: Nayara precisou de um favor de Antonio. Não um favor qualquer, mas algo sigiloso e que só ele poderia fazer. Antonio dormia no escritório no intervalo do almoço, entre meio-dia e duas da tarde. Trancava a porta com chave, estendia um colchão e dormia (depois do almoço que ele levava numa marmita. Então, Nayara combinou que seria na hora do almoço, num dia que o marido dela estivesse viajando, o que também logo aconteceu. Então, ela vestiu uma saia que mostrava suas belíssimas coxas, guardou a calcinha na bolsinha e entrou no escritório de Antonio ao meio-dia em ponto. Todos estavam saindo para o almoço. Perguntou a ele: “vamos resolver?” (vou colocar as palavras dela sempre entre aspas pra ...
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