1. O PAI DO MEU MELHOR AMIGO


    Encontro: 29/12/2018, Categorias: URSO, Bear, roludo, Vizinho, Amigos, Pai, peludo, Gays / Homossexual, Autor: Marcos Bear, Fonte: CasadosContos

    Cresci morando na mesma rua. Desde pequeno sempre fui muito próximo de Júnior. Vivia em sua casa, bem como ele vivia na minha. Essa liberdade em sua casa permitiu que eu crescesse de certa forma vendo seu Rafael, pai de Júnior, andando sem camisa pela casa deles. Seu Rafael sempre despertou admiração pela sua masculinidade e beleza. Sendo próprio de garotos da minha idade, imaginar-se crescido e com tal beleza. Porém, tudo não passava de admiração. Eu e Júnior tornamo-nos adultos, continuamos amigos, sobretudo porque resolvemos fazer a mesma faculdade. Neste sentido, as visitas a sua casa (como ele na minha) continuaram. Estava no terceiro ano da faculdade, quando ocorreu esse fato. Estávamos fazendo um trabalho em dupla. Era um sábado e marcamos na casa dele. Fomos para seu quarto e passamos a tarde toda resolvendo os problemas. Por volta das 17h seu pai apareceu lá perguntando se estávamos ainda vivos. Estava vestindo apenas uma bermuda de futebol. Foi neste momento que meus olhos vidraram. Seu Rafael era aquele macho cinquentão peludo, meio calvo com uma barba levemente branca. Seu peito era completamente peludo. Os pelos misturavam-se entre o preto e branco. Entre suas pernas um volume sobressaia. Claro que eu não consegui disfarçar minha curiosidade. Terminamos o estudo e voltei para casa. Era umas 19h eu recebi uma mensagem pelo whattapps do seu Rafael. Ele escreveu que tinha percebido que quase tinha comido ele com os olhos. Escreveu que o Júnior tinha saído com a ...
    namorada e não dormiria em casa. Sua esposa estava num aniversário de uma amiga e iria demorar. Era para ir lá experimentar o que tinha começado a comer com os olhos. Estava com um certo medo. Depois de escrever e apagar várias respostas, ele escreveu novamente que sabia que eu curtia homens e não precisa ter vergonha. Respondi secamente ok, e fui até sua casa. Ele me recebeu na porta vestindo apenas uma calça fina e velha de pijama branca. Era nítido o volume de pelos negros entre suas pernas, cujo tecido protegia de forma ilusória. O volume de seu cacete, embora ainda flácido, destacava-se. Não preciso dizer que aquilo me deixou extremamente excitado. Dirigiu-se para cozinha e perguntou-me se desejava beber algo. Tirou da geladeira duas latas de cerveja. Antes que pudesse responder, ele já abriu e me passou a latinha. Deu o gole demorado, e pediu para irmos no quarto do Júnior, caso sua esposa chegasse ela não entraria lá. Ele seguiu em frente. Sua mão direita segurava a latinha, enquanto a esquerda alisava seu membro por dentro do pijama. Entramos no quarto e fechei a porta. Resolvi partir para o ataque. Sua rola estava meia bomba, apontando sobre o pano desgastado do pijama. O silêncio imperava no ambiente. Aproximei-me diante dele e enchi a mão na sua rola por cima do pijama mesmo. Ele virou o resto da latinha na boca deixando escapar cerveja pelo canto da sua boca que escorreu pelo seu peito e barriga. Resolvi lamber aquelas gotas de cevada. Minha língua explorava aquele ...
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