1. O diabo me pegou por trás


    Encontro: 06/12/2018, Categorias: Traição / Corno Traição / Corno Oral anal gosada ficou arrombada, Heterossexual, Autor: Marrom gostoso, Fonte: CasadosContos

    O diabo me pegou por trás Renato e eu crescemos juntos numa cidade do interior e namorávamos desde criança. Não foi surpresa pra ninguém quando fomos morar juntos na capital, ainda vivendo de mesada. Ele estudando pro vestibular, eu concluindo o magistério. Sexo, pra nós, era algo muito restrito. Nossa experiência se resumia ao que fazíamos: papai-e-mamãe quase sempre, de ladinho às vezes e, raramente, uma chupetinha (sem gozar na boca, claro). Só que jovens curiosos na cidade grande acabam aprendendo muita coisa. E eu era curiosa. Minhas novas amigas falavam de coisas que, só de ouvir, me faziam enrubescer. E, se o rosto ficava vermelho, a calcinha ficava úmida, ao ouvir aqueles relatos sobre aventuras sexuais tão distantes do meu dia-a-dia convencional. Inevitável que fantasias tomassem conta da minha mente. Eu disfarçava o quanto podia, pois Renato, meu namorado, era bastante conservador. Porém, estava cada vez mais difícil segurar o tesão reprimido. Débora, a mais safada das minhas colegas, contou sobre sua mais recente descoberta: sexo anal. Seu último ficante era obcecado por isso. Ela relutou, relutou, mas acabou cedendo. Com todo cuidado do mundo, o cara se apoderou da sua bundinha e a ensinou ter prazer com isso. Disse ela que o processo havia sido longo: primeiro, lambidas; depois, os dedinhos... a safada foi acostumando, gostando mesmo. Então foi a vez de receber o pau dele no cuzinho. Dor e prazer, juntos, misturados, contava Débora. As outras não acreditavam ... muito na história, mas eu, em silêncio, ouvindo-a falar, me colocando em seu lugar, senti algo crescendo em mim, uma sensação, um desejo... me peguei apertando as coxas e mordendo o lábio. Não consegui mais esquecer a história e o desejo de experimentar crescia sem parar. Pesquisei filmes com cenas de anal (não exatamente pornôs, pois não víamos coisas desse tipo). Aluguei “O Último Tango em Paris” e esperei ansiosa pela cena em que Marlon Brando metia no cuzinho da Maria Schneider. Tentando disfarçar minha respiração acelerada, observei a reação de Renato. Ficou excitado, sem dúvida. Após o filme, como quem não quer nada, o esperei de bruços na nossa cama, sem calcinha, apenas a camiseta cobrindo metade da bunda. Ele veio por cima, me cobrindo de beijos, animado. Eu torcendo pra ele continuar assim... não precisava ser anal, só queria ser pega por trás! Só que... após roçar seu pau duro no meu rabo, me deixando louquinha, me fez virar e se enfiou entre minhas pernas, metendo como um bate-estaca até gozar, alguns minutos depois. Passei a noite acordada, remoendo uma mistura de tesão frustrado e raiva. Enquanto esperava que meu namorado se interessasse em sair do convencional, comecei a explorar solitariamente meu cuzinho, seguindo as dicas de Débora. Encontrei um lubrificante e o escondi nas minhas coisas. No início, um dedinho era suficiente. Logo, acostumei com dois e, em seguida, gozava com três enfiados no rabinho, enquanto esfregava o clitóris. Mas o pior é que estava se ...
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