1. Clarinha, minha maninha


    Encontro: 06/12/2018, Categorias: Incesto, Autor: lovemaster, Fonte: ContoEroticoComBr

    Eu tenho uma irmã que se chama Clara e é três anos mais velha que eu. Como qualquer criança nós andávamos nus em casa sem complexos e também tomávamos banho juntos e costumávamos cumprimentar-nos com um selinho. Quando eu tinha cerca de 8/9 anos a Clara costumava brincar com a minha pilinha (sim, na altura ainda era uma pilinha) e eu, embora sem saber porquê, gostava destas brincadeiras. E como era costume andarmos nus eu pude testemunhar o aparecimento dos pintelhos e o início do desenvolvimento das suas maminhas e pode-se dizer que estas foram as minhas primeiras lições sobre a puberdade. Até que ela desistiu dessas brincadeiras, começou a namorar e as nossas intimidades desapareceram. E assim se passou um período de latência até que eu cheguei aos 15 anos (a Clara tinha 18) e era o típico adolescente punheteiro (e virgem). Estava eu a instalar uns programas no computador da minha irmã (eu sou o “especialista em informática” cá de casa) quando deparei com uma pasta que continha fotos da irmã nua e instintivamente copiei as fotos para o meu computador. Após algum tempo sem ver as fotos e após algum tempo a gladiar-me contra os meus instintos pensei “vou ver só uma vez por curiosidade” e visualizei as referidas fotos, que provocaram tesão e eu não aguentei e bati uma punheta, a á noite, quando fui para a cama, bati outra punheta a pensar nas fotos com a minha irmã nua. No dia seguinte senti arrependimento por esta situação mas sempre que ia ao computador via as fotos e ... batia punhetas inspiradas pelo corpo da minha irmã. A situação foi evoluindo e, quando a minha irmã usava roupas mais sensuais eu espreitava (eu tinha as fotos mas ao vivo e a cores é outra coisa) e apreciava o seu corpo. E depois aliviava a tensão (sexual) através da punheta. Certo dia estava eu ver as fotos e oiço: – O QUE É ISTO? – Era a minha irmã que tinha chegado mais cedo das aulas – TARADO, PERVERTIDO. CABRÃO, FILHO DA PUTA – e continuou – APAGA ESSAS FOTOS IMEDIATAMENTE SEU FILHO DA PUTA. – Isso querias tu – eu sabia que ela não me podia acusar aos nossos pais – puta boazona. – Ela deu-me uma estalada na cara e saiu. Os dias seguintes foram terríveis com um ambiente de cortar à faca, a minha irmã não falava para mim e eu comecei a sentir-me mal com a situação mas continuava ver as fotos e a sentir tesão … e a tocar punhetas. E passaram-se algumas semanas na situação descrita no parágrafo anterior até um dia em que eu ao acordar sinto uma mão na minha piça e acabo por me aperceber que é a clara que está a cariciar a minha piça e devido à excitação do momento acabo por me vir passado pouco tempo. – Já me vinguei – disse a Clara enquanto saía do meu quarto. Eu não consegui dizer nada nem esboçar qualquer tipo de reacção pois além da excitação sentida também se apoderaram de mim sentimentos de enorme surpresa e incredulidade, só me vinha um pensamento à cabeça: “Não me acredito no que aconteceu”. Quando me refiz do sucedido (o que levou alguns dias) disse à Clara: – Estás ...
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