1. Meu aluno comeu minha esposa


    Encontro: 23/11/2018, Categorias: manso, Traição / Corno, Oral, Sexo, Esposa, Aluno, Heterossexual, Autor: Mamá, Fonte: CasadosContos

    Apesar de gostar muito do trabalho, ser professor às vezes tem seus percalços. Era o ano de 2014, eu dava aula em uma turma do terceiro ano do ensino médio, num colégio de Curitiba. Tinha uma turma meio complicada, dividida entre um grupo de alunos que não queria nada com nada e outro que fazia questão de afrontar e provocar os professores (havia um ou outro bom aluno). Desse segundo grupo, um particularmente me incomodava muito, o Leandro. Popular, bonito e esperto (com muito poder simbólico, portanto), ele funcionava como uma espécie de líder da bagunça na sala. Desde o começo do ano ele havia decidido não apenas atrapalhar constantemente minhas aulas, como me provocar pessoalmente. Era o tipo de aluno insolente que, sendo maior de idade, e contando com a displicência do colégio, saía de sala e do prédio da escola a hora em que bem entendia, sem nenhuma vergonha de dizer que iria fumar, por exemplo. O meu jeito de andar, um cabelo bagunçado, uma roupa, tudo era motivo pra ele começar um tirar sarro, geralmente de um modo discreto, sem me confrontar, mas sem esquecer de me deixar claro que estava tirando sarro. Certa vez, ele pediu pra um outro aluno (amigo dele) vir “comentar” comigo que ele estava falando de mim “pelas costas”, que ele não sabia como um cara como eu era casado com um “gostosa” como a minha esposa (que ele provavelmente havia visto no facebook). Noutro dia ele próprio chegou a me falar o que ele pensava dela (minha esposa) [“imagina então se ele soubesse ... de minha condição de corno manso”, pensava eu]. Fora as sutis sugestões sobre o tamanho do meu pau (coisa que, evidentemente, ele não tinha como saber). Ele fazia de tudo para me desestabilizar e tirar do sério, mas tudo de caso muito bem pensado, para evitar represálias. Afinal, o que eu poderia fazer? Conversar com ele? Ameaçar e dar munição de verdade pra ele me atacar? Falar com a direção e me expor ao ridículo? Claro que no estágio de maturidade no qual eu estava, já não dava muita bola para este tipo de provocação. Mas não deixava de me sentir um pouco por baixo, derrotado por um aluno que conseguia me desafiar com uma inteligência tal que eu sequer era capaz de confrontá-lo. Mas o fato é que a vida seguiu e eu deixei isso pra lá. Certo dia, conversando com a Ju (minha esposa), eu contei pra ela a respeito do aluno. Falei pra ela do caso todo, do aluno “malandrão” e “pegador”, que me confrontava e que havia me afrontado e que havia chamado ela de “gostosa” na minha frente. Ela ficou curiosa e foi ver no facebook quem era o tal aluno. Ao ver os álbuns dele, ela resolver me provocar pedindo pra eu dizer pra ele, em retribuição, que ele era muito gostoso também. Fiquei meio contrariado, mas levei como brincadeira de esposa safada. Um tempinho depois, no finalzinho do ano, época das últimas avalições, eu estava dando aula na sala do Leandro quando, como de costume, ele sai da sala sem nem dar satisfação, sorrindo de forma debochada e ainda por cima me olhando diretamente pra ...
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