1. Fui me apaixonar logo pelo meu tio! #03


    Encontro: 09/11/2018, Categorias: problemas, Amigos, Universidade, Tio, Incesto, Gays / Homossexual, Autor: Zacry, Fonte: CasadosContos

    Meu pai me perguntava o que tinha acontecido comigo, mas nem me dava o trabalho de responder, ou sequer ouvi-lo com clareza. Meus olhos e atenção estavam totalmente voltados para o homem ao se lado. Estava muito sem graça. Eu todo naquele estado, na frente de uma pessoa que nem conheço... e puta que pariu.... olha pro meu tio! - Eeeu peguei toda essa chuva – digo olhando pro meu corpo todo encharcado – ônibus estragou – levantei meu olhar novamente suando frio e envergonhado, dando de cara com meu tio num sorriso singelo. - Bem, antes de você ir para o banho, esse é seu tio Gabriel – assim que meu pai acaba de falar, o homem se levanta do banco e vem em minha direção. Não tem como ficar mais tenso. - Prazer Vinicius, Gabriel – pqp vai toma no cú... que sorriso bonito! - Prazer, é bom te conhecer – única coisa que consegui falar ao cumprimenta-lo com um aperto de mãos. - Agora vai lá garoto – diz meu pai do mesmo lugar em que estava antes. Sorri de volta para meu tio e subi lá pra cima nervoso. No meio da escada, disquei para Alexandra. - Alexandra do céu – falo chocado, sem ao menos cumprimenta-la. - O que foi? - Meu tio é um puta gostoso do caralho! – valo já seguro no meu quarto. - EU TE FALEI VIADO – gritava ao telefone repetidamente. - Preciso tomar um banho, porque peguei uma chuva fodida, tô todo molhado e meu tio me viu nesse estado – falo andando de um lado pro outro. - Vai mesmo! Faz o seguinte, toma banho e quando seu tio for dormir, faça uma visitinha noturna pra ... ele. - Para de falar bobagem caminhoneira.... - To falando sério! Mas vai lá! Tomei um banho nada demorado. A única coisa que vinha em mente era a vergonha que passei na frente dele. Agora apresentável, desci as escadas e fui em direção a cozinha. Lá ainda estavam ele e meu pai: - Agora mais limpo – digo tentando descontrair. - Então posso te dar um abraço – fala ele levantando do banco vindo abraçar-me. Foi um abraço curto, e mesmo sendo curto, pude constatar, que homem cheiroso! Ele tinha cabelos negros, um quase minúsculo alargador negro em sua orelha direita, olhos castanhos, barba rala, vestindo uma calça jeans clara, uma camiseta branca com uma jaqueta preta por cima. Assim a imagem que antes tinha feito dele se desfez toda. Com essas características e ainda mais tendo aquele corpo, tenho a certeza que meu preconceito me pegou e enganou. Ri com seu ato e então meu pai me disse: - Leve-o para o quarto em frente do seu, filho! - Vamos lá! – falo em tom convidativo - Tenho que pegar minhas malas primeiro – fala indo em direção da sala. As malas estavam lá. Eu nem percebi a existência delas quando cheguei. Subimos cuidadosamente e vagarosamente a escadaria até seu futuro quarto. Parei em frente e abri. Estava tudo em ordem. Minha mãe deve ter pedido para ser arrumado: - É aqui estamos! – falo parando a mala ao lado do guarda-roupa. - Muito obrigado – agradece com um sorriso, entrando pela porta. - Que isso... por nada! – digo sem graça – cansado? - Demais! Não vejo a hora de ...
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