1. A visão dele


    Encontro: 08/11/2018, Categorias: Exibicionismo, Autor: divaaa, Fonte: ContoEroticoComBr

    Acordar cedo sempre foi um porre. Fazer nó na gravata enquanto luto contra a ressaca de sono é terrível. Mas vale a pena quando encontro a presa perfeita dentro do tumulto da plataforma. Adoro encontrar logo no início do dia alguma dama de saia, ou vestido, algo doce que esconda a natureza devassa dessas mulheres. Procuro com cautela, aquela que me passe tanta delicadeza, a ponto de ter certeza de que não vá me fazer virar motivo de motim, parando na mão dos guardas de alguma estação. Numa busca rápida, encontro uma morena. Estatura mediana. Rechonchuda, mas com uma cintura estreita e um vestido relativamente curto, que acabava fazendo com que seu quadril e pernas chamassem muita atenção. Parecia sonolenta, e desatenta aos olhares que atraia. Provavelmente estaria indo trabalhar ou estudar. Rapidamente, me aproximo da mesmo porta que ela. Aquele lugar estava um inferno, como sempre, mas era o melhor cenário para me satisfazer. O trem chega e com astúcia consigo me posicionar atrás dela. Percebo que, por levantar um dos braços para se segurar na barra de ferro, o vestido que a moça vestia acabava ficando mais curto. Ponto pra mim. Embora ela tenha ficado próximo aos acentos, havia pelo menos três, talvez quatro, em sua frente, impedindo que alguém veja o que eu pretendo fazer. E eu pontuo de novo. Na segunda estação fica ainda mais apertado. Fico tão colado que consigo sentir o perfume do cabelo dela. 3 x 0 pra mim. Na terceira estação, resolvo atacar. Começo sentindo sua ... pele. Como quem não quer nada, minha mão passeia pela lateral externa da sua coxa direita, sentindo cada centímetro nu possível. Sinto que minha presa tenta fugir, tenta puxar as pernas, mas não há para onde fugir. Então resolvo ousar. Com delicadeza, deslizo minha mão para sua nádega direita. Consigo sentir aquela curvinha maravilhosa que toda bunda maravilhosa tem… E ah, precisei segurar aquilo com gosto! Apalpei imaginando como não seria aquela delícia só num fio dental na minha frente. Ela, agitada, mas tentando ser discreta, tentava puxar o vestido pra baixo. Sem sucesso. Ela parecia angustiada, mas enquanto bolino aquela bundinha descubro algo: embora tentasse escapar, a safada estava molhada. Ganhei na loteria! A angústia dela não era porque não conseguia escapar, e sim porque tinha receio de que eu descobrisse que na verdade a sem vergonha estava adorando ser bolinada dentro daquele vagão entupido de gente. Resolvi fazer algo que ainda não tinha feito. Com calma, encaixei meu dedo do meio entre as pernas dela, por cima da calcinha, pra ter certeza de que ela realmente estava gostando. Embora ela tenha tentado lutar, tenha se contorcido para manter as pernas cerradas, aquela calcinha já estava tão molhada que toda aquela movimentação só me ajudou a chegar onde eu queria. Senti no meu dedo algo úmido e quente, me parecia uma buceta carnudinha daquelas que a gente quer meter até ficar inchada. Já não me aguentando mais, procurei o grelo daquela morena sem pudor – o que ...
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