1. DE VOLTA À PIZZARIA - Capítulo 18


    Encontro: 13/10/2017, Categorias: Amigos entre casais, Heterossexual, Autor: Carlao, Fonte: CasadosContos

    DE VOLTA À PIZZARIA CAPÍTULO 18 ATENÇÃO ESSE É O DÉCIMO OITAVO CAPÍTULO DA FASE 2 DA SÉRIE “A PIZZARIA” . ANTES DE PROSSEGUIR COM A LEITURA, LEIA, NESTE MESMO SITE, A FASE 1 DA SÉRIE ORIGINAL (A PIZZARIA), DO MESMO AUTOR. OBRIGADO. Aproveitando o espaço, e fazendo um breve merchandising, recomendo aos leitores que apreciam esta série, e que gostaram da anterior (A Pizzaria), a leitura do livro erótico “A Minha Longa Iniciação”, da autoria da escritora Sylvinha, em parceria com este autor. E, como brinde para os que adquirirem a obra acima, enviareicapítulos inéditos desta série (De volta à Pizzaria). O custo total será de R$5,00 (cinco reais), através de deposito bancário e, como dito acima, refere-se ao livro digital (A Minha Longa Iniciação) e 08 capítulos inéditos desta série (De volta à Pizzaria). Agradeço a todos, e segue mais um capítulo, dos muitos que ainda restam: DE VOLTA À PIZZARIA CAPÍTULO 18 Ao chegarmos em casa, Vera e a sua filha foram tomar banho juntas no banheiro do corredor, enquanto eu, lógico, fui banhar-me sozinho no chuveiro da suíte. Por volta das 19:00hrs, peguei o nosso carro e fui buscar a Denise na casa da Dona Cida, pois ela havia me telefonado avisando sobre a chegada da Silvana. Ao entrar, encontrei a Denise meio alterada, e falando bastante. Nem fora preciso eu raciocinar muito para perceber que, após termos saído da casa, ela ainda tomara uns goles da caipirinha que havíamos deixado na cozinha. E a própria Silvana avisou-me que ela estaria ...
    bêbada — como se isso fosse necessário — Ingenuidade da Silvana. Pensei. Imaginei que o fato dela ter bebido acima do normal, certamente, fora por estar alegre acerca da conquista da Ticiane. E, da mesma forma, intimamente, eu também fiquei feliz. Durante o trajeto era inevitável deixar de pensar na visão do lindo traseiro nu da enteada, quando ela montou frente a frente com a minha mulher para esfregarem as bucetas, além, claro, da lembrança de tê-la visto com o peitinho descoberto, dentro da piscina. E agora, olhando a Denise ao meu lado, tive certeza que o motivo da sua euforia se dava por ela ter gozado gostoso na boca da menina sapeca, que nada tinha de inocente. Lógico, eu jamais iria comentar com a minha mulher a bela cena que assistira, ao vê-las se pegando na borda da piscina. Avaliei que esse segredo poderia ser-me um futuro triunfo, não para chantagear alguma delas, evidentemente, mas, para prevenir-me de eventual saia justa que, porventura, em algum momento, intencionassem me colocar. Quando a Denise entrou no carro, para agradá-la, eu lhe contei que a Vera dissera-me estar toda feliz pela recuperação do quadro depressivo da Ticiane, desde que ambas se mudaram para o interior do Estado, e passaram a ter a nossa proximidade. Gostando da observação que eu fizera, para bajular-me, Denise veio me dizendo: —Não apenas por causa da Tici né, Edu! —A própria Vera também está muito feliz. Gostando da sua observação, lhe perguntei: —Sério, Denise? Como você sabe disso? Ela ...
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