1. DE VOLTA À PIZZARIA - Capítulo 24


    Encontro: 06/11/2018, Categorias: Amigos entre casais, Heterossexual, Autor: Carlao, Fonte: CasadosContos

    DE VOLTA À PIZZARIA CAPÍTULO 24 ATENÇÃO ESSE É O VIGÉSIMO QUARTO CAPÍTULO DA FASE 2 DA SÉRIE “A PIZZARIA”. ANTES DE PROSSEGUIR COM A LEITURA, LEIA, NESTE MESMO SITE, A FASE 1 DA SÉRIE ORIGINAL (A PIZZARIA), DO MESMO AUTOR. OBRIGADO. DE VOLTA À PIZZARIA CAPÍTULO 24 Já estávamos no sábado, e o Bruno deveria chegar à tarde para ver a Denise. Todavia, após o almoço Ticiane decidiu ir para a casa da sua irmã, na cidade vizinha, a fim de fazer algumas tarefas domésticas que eram do seu encargo, já que pretendia descansar no domingo. Enquanto isso, Vera e Denise foram cuidar da casa, e eu fui dar umas voltas na rua, para conversar com os amigos. Quando retornei, o carro do Bruno já estava estacionado próximo à calçada, e eu deduzi que ele havia chegado para ficar com a Denise. Ao entrar, pelo fato de a porta do nosso quarto estar semiaberta, deduzi que os dois estavam lá dentro, pois escutei vozes de ambos. Então, fui até a cozinha tomar água, e a Vera lá estava cuidando das louças. Ela foi logo me dizendo: —Nossa, Edu! Eles estão há uns quarenta minutos no quarto, e deixaram a porta entreaberta. —Fiquei até com vergonha de passar lá perto. —E vesti-me melhor, pra que ele não ficasse me olhando, amor. Realmente, eu havia estranhado o fato de a minha cunhada vestir-se daquela maneira dentro de casa, ainda mais mexendo na cozinha. Vera usava um enorme vestido vermelho que lhe cobria todo o corpo, e estava com os cabelos presos por um coque. Sem fazer observação alguma, acerca do seu ... inusitado visual, continuei a conversa iniciada, lhe dizendo: —De repente eles vão transar né, Vera? —Com certeza, Edu! —Imagina ele vir de tão longe pra nada. Argumentou. Daí, eu lhe sugeri: —Vamos lá espiar os dois? —Tá doido, Edu? —Isso é invasão da intimidade deles. Não podemos. Justificou-se. Mas, eu lhe expliquei: —Ele é voyeur Vera. —Você sabe o que é isso né? Perguntei-lhe. —Acho que sim, Edu. —Ele sente prazer em espiar, e em ser espiado, Edu. Seria isso? —Sim, Vera. E a vagabund.....opss... a Denise também não se importa em ser vista. Expliquei-lhe. —Vamos lá ver os dois, Vera. —Você não quer mesmo? Insisti. Sorrindo, ela me disse: —Tá bom seu doidinho. —Mas eu vou por sua conta e risco tá. —Mas vamos bem quietos, Edu. Então, saímos em silêncio, pé ante pé, até chegarmos ao quarto onde eles estavam. Conforme Vera havia me dito, a porta estava entreaberta, pois, sequer fora fechada com o trinco. Então, eu a empurrei levemente, e sem adentrarmos vimos a Denise nua sentada na cama. Igualmente nu, Bruno estava em pé, enquanto a minha mulher segurava lhe o enorme cacete, e o chupava. Quando também os viu assim, Vera levou sua mão à boca, e baixinho, me disse estupefata: —O que é isso, Edu! —Meu Deus! Bruno estava de costas para nós, e de frente para os pés da cama de onde a Denise o chupava. Certamente de propósito, ele ficara de lado para que eu e a Vera pudéssemos observá-los melhor. E, dessa maneira, presenciamos a Denise segurar lhe o imenso mastro duro com as duas ...
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