1. Elisa e Flavinha – Como tudo começou – 3


    Encontro: 05/11/2018, Categorias: Teens, Autor: bruna writer, Fonte: ContoEroticoComBr

    novo, tropeçando nos meus peitos, que reparei serem menores que os dela. Puxa, Flavinha! Até seus peitos são maiores que os meus! Reclamei. E fomos “medir” nossos peitos, encostando os meus nos dela, para ver qual era maior. Nossas barrigas e coxas também se colavam. A gente estava ensaboada, molhada e o deslizar dos nossos peitos, uma na outra, trouxe uma sensação diferente, gostosa. Comecei a esfregar mais os bicos dos meus peitos nos dela e a sensação gostosa foi aumentando, aumentando, que já não riamos mais. Passando meus peitos nos dela, de lá para cá, como num rebolado, fazia com que nossas cinturas também rebolasse, fazendo que nossos corpos, grudadinhos, se esfregassem um no outro. Estava gostoso! Nos olhamos nos olhos, bem no fundo, sérias de repente. Não entendendo mais aquelas sensações, mas gostando muito, deslizei as mãos pelas costas da Flavinha, até a bunda dela, que achei grandona, também, muito maior que a minha e a apertei, puxando para mim, juntando nossos corpos ensaboados. Estava uma delícia! Ela também me apertou, abraçando, passando a mão nos meus peitos, dizendo que as pontinhas estavam durinhas e enrugadas. Vi que os dela também estavam e dei um beijinho em cada um deles. Flavinha apertou minha cabeça nos seus peitos e eu comecei a mamar neles. Estava tudo muito gostoso! Mamei e chupei os peitões e ela deu um gemidinho que me fez pensar que tivesse machucado e pedi desculpas. Ela disse: – Não, não para! Tá gostoso! Chupa mais! E eu senti um calorão ...
    subindo para minha cara e descendo entre minhas pernas. Virei ela de costas e a abracei por trás, deslizando minhas mãos pela barriga dela, por todo o corpo dela, principalmente pelos peitões. Desci até entre suas pernas e senti que ela ficou na ponta dos pés e empurrou sua bunda contra minha barriga, me espremendo contra a parede do boxe, dizendo que estava gostoso, que eu apertasse mais entre as pernas. Ela se virou para mim e, encostadinhas, ficamos nos olhando nos olhos um tempão e, sei lá se sem querer, mas querendo, nossas bocas se juntaram num beijo estranho, pois nunca tínhamos beijado ninguém, mas foi delicioso! Ela me chupava os lábios e eu os dela. Viramos os rostos, pois os narizes atrapalhavam e nossas bocas se abriram um pouco e senti, junto com um arrepio delicioso, a pontinha da língua dela encostando na minha. Misturei aquela língua na minha, o que fez ficar tão gostoso que senti até uma tontura. Minha barriga gelou. Dava choquinhos. Nos abraçamos mais apertado, nossas mãos deslizando no corpo da outra e nossas bocas se beijando daquele jeito sem saber como, mas muito bom. Resolvemos sair do banho, enxugando na única toalha que eu trouxe e voltamos para o quarto. Deitamos na cama dela e começamos a rir, nervosas, do que sentimos. Ela pegou na minha mão e levou até o peito dela. Agora eu reparava que são lindos! Maiores mesmo que os meus, com a pontinha cor de rosa, muito estufadinhos e macios. Quentinhos! Virei de lado, na cama, apoiando minha coxa em cima das ...