1. Elisa e Flavinha – Como tudo começou – 3


    Encontro: 05/11/2018, Categorias: Teens, Autor: bruna writer, Fonte: ContoEroticoComBr

    Elisa e Flavinha – Como tudo começou Estávamos nadando no clube. Esse clube que fica aqui pertinho, no próximo quarteirão. A Flavinha mora quase em frente e por isso, vamos e voltamos sempre juntas, sem precisar de um adulto conosco. Na piscina, resolvemos apostar uma corrida e ver quem chegava primeiro na escadinha, do outro lado. Ela chegou pouco na minha frente e se segurou no corrimão da escadinha cansada e, quando eu cheguei, também bufando, tive que me apoiar nela e me pendurei no seu pescoço. Como não dava pé, me agarrei mais ainda, segurando na cintura dela, ficando agarradinha no seu corpo, meio engasgada com a água e o cansaço. Ficamos ali um tempinho, juntas, procurando descansar. Naqueles minutinhos que estava agarradinha nela, achei muito gostoso perguntei: tá tão gostoso ficar abraçadinha com você… tá achando ruim? e ela disse: Não! Tá gostoso, também! E nos olhamos de um jeito diferente, que na hora não sabia o que era. O corpo dela estava quentinho pelo sol e pela corrida que demos, macio e lisinho da água fria da piscina. Entrelaçamos nossas coxas debaixo dágua, o que me fez gostar mais ainda. Vi que Flavinha também gostava. Nos abraçamos mais apertadinhas ainda, agora de frente, e nossas virilhas se encontraram; nós duas forçamos, uma contra a outra, a minha xoxotinha na dela, sentindo uma coisa gostosa que nunca tinha sentido antes. Dei um beijo no rosto dela, que fez o mesmo comigo, apertando mais as coxas que misturavam com as minhas, nos olhando ... fixamente. Saímos da água sem entender bem o que acontecia, mas achando tudo muito gostoso. Pegamos nossas toalhas, enxugamos e, na beira da piscina mesmo, colocamos nossos vestidinhos sobre os bikines e, calçando os chinelinhos fomos para a casa dela, como sempre fazíamos depois do clube, pois era bem perto do que a minha. É uma casa grande, bacana, de dois andares. O quarto da Flavinha fica lá em cima e tem um banheiro só dela. Subimos e ela abriu a água do boxe e me chamou, berrando: Elisa, traz essa toalha que está pendurada ao lado da minha cama! Levei a toalha e ela estava já sem o bikine, peladinha, entrando no chuveiro. Pendurei a toalha e, reparando nela, disse: Você já tem pentelhos! Exclamei. Por que eu ainda não tenho? -Deve ser porque sou mais velha, bobinha, disse rindo. -Mas os meus começaram a aparecer só esse ano. E os seus? Nem um fiapinho ainda? -Nada, só uns fiozinhos mixurucas que mais parecem os pelos do meu braço. -Entre aqui. Vamos tomar banho juntas, convidou. Tirei meu bikine e entrei no boxe. A água estava ótima e Flavinha começou a se ensaboar. Reclamei que só tinha um sabonete. Fiquei esperando, debaixo dágua enquanto ela se ensaboava no seco. Começamos uma brincadeira de luta de mentirinha pelo sabão. Senti nossos corpos deslizarem por causa da espuma, enquanto nos esfregávamos na “luta”. E tava tão gostoso! -Eu vou te ensaboar e você me ensaboa depois, propôs ela. E começou a passar o sabonete pela minha barriga, subindo até meu pescoço e descia de ...
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