1. A Pizzaria 13


    Encontro: 01/11/2018, Categorias: Amigos entre casais., Heterossexual, Autor: Carlos, Fonte: CasadosContos

    A PIZZARIA 13 ATENÇÃO: ESSA É A PARTE 13. ANTES DE CONTINUAR, LEIA O PRIMEIRO CAPÍTULO. OBRIGADO. A semana transcorria normalmente, com Denise atarefada cuidando da casa e do trabalho no hospital, e eu, com os afazeres do dia a dia. Nem percebi como o tempo voa, pois só me dei conta de que já estávamos na quinta feira quando me lembrei da ultima vez em que estivera com Alessandra. E por estarmos na véspera da sexta feira, fiquei feliz pensando que a qualquer momento ela ou o seu marido poderiam nos ligar, para combinarmos algum esquema do dia seguinte. Estando sem pressa, pois deixei o trabalho após o almoço para realizar algumas inspeções externas, e como havia terminado as visitas, decidi dar uma passada na casa deles, para fazer uma média com a Dona Cida e, claro, visitar Alessandra. Cheguei, toquei a campainha, mas ao invés de ser atendido pela Silvana ou Alessandra, como sempre, uma moça de aproximados quarenta anos veio ao portão. Era bonita e bem cuidada. Tinha pele clara, cabelos castanhos claros, na altura dos ombros, quadril largo, seios que aparentavam médios, talvez 1,60 ou 1,65 de altura, com peso proporcional, e um sorriso que vagamente lembrava Alessandra. Trajava um short jeans, que mostrava parte das suas belas coxas, camiseta regata e tênis branco. Ela foi perguntando: –– Pois não. O que o senhor deseja? — Eu gostaria de falar com o Magno. Ele está? —Não está. Ele foi à loja de carros onde costuma ficar. Respondeu-me. —E a Alessandra? Ela está? —Também ... não. Ela foi ao curso de informática. Era verdade. Só agora me lembrei que durante a semana, enquanto Silvana cuidava da sua tia, Alessandra fazia cursos de computação, culinária e inglês. Cada dia tinha uma atividade diferente. Dizia que era para afastar o tédio de ficar o dia todo em casa, sem ocupação. Daí a moça me perguntou de novo: —Mas o senhor quem é? —Sou amigo deles. Respondi. —Deles quem? —Do Magno e da Alessandra. Estamos falando deles, não é? —Sim, lógico. Respondeu-me com um leve sorriso, como se desculpando pelo esquecimento. —E quem é você. Perguntei-lhe. —Sou Giovana, irmã da Lê. Lê eu já sabia quem era. E Giovana também, claro. — Prazer Giovana, sou Edu. E continuei: —Gosto muito dos seus parentes. —E como está a dona Cida? Desconfiada, perguntou-me: — Mas você conhece a tia Cida? —Claro. Somos amigos. Respondi. E completei: —Sou o marido da Denise. Ela aplica injeções na sua tia, e também é amiga da Alessandra. Daí ela foi falando: —Nossa, que legal. Tia Cida falou muito bem da sua esposa. —Não quer entrar? — Estamos só eu, Silvana e ela. Eu respondi: —Obrigado moça. Não quero incomodar. —Diga a eles que passei por aqui. —Tá bom. Digo sim. Falou-me. Depois repetiu: —Mas qual é o seu nome mesmo? —Edu. E o seu é Giovana. Respondi-lhe. —Isso mesmo! Concordou sorrindo. — Foi um prazer te conhecer Giovana. —Obrigada, igualmente Edu. Venha nos ver. Quase me derreto por ela. Tinha um sorrido lindo igual ao da Alessandra. Coxas grossas, corpo violão. Tudo de bom. Que ...
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