1. DR. MARCELO - III


    Encontro: 30/10/2018, Categorias: banheiro, Piscina, Amigos da família, pai e filha, Incesto, sarado, peludo, novo e maduro, Gays / Homossexual, Autor: Gabriel, Fonte: CasadosContos

    No domingo, quando minha mãe comentou sobre o churrasco, não perguntei a ela muitos detalhes. Assim, quando saímos de casa, tudo o que eu sabia era que era uma reunião de amigos dela. Tentei não ir, mas ela insistiu, dizendo que teriam outros "aborrecentes" com quem eu iria interagir, que a gente precisava passar um tempo juntos, enfim. Não rolou. Acabei indo. No caminho, conversávamos sobre aleatoriedades da vida, eu falando sobre a escola, ela sobre o trabalho, mal prestei atenção no caminho. Não demorou muito, mal saímos da cidade e entramos em uma chácara que eu já visitara algumas vezes, de um doutor conhecido dela. No gramado em frente a casa, já havia outros cinco carros parados. Lembrei da piscina que tinha no lugar e, considerando o calor que fazia, fiquei chateado por ela não ter me avisado aonde iríamos. - Po, mãe, nem pra me falar pra tazer uma bermuda... - falei, descendo do carro. - Ah, Gab, separei tuas coisas enquanto cê tava no banho, garoto. Tá tudo no banco de trás. Olhei pelo vidro e vi minha mochila estufada. - Quanto tempo vamos ficar aqui? Uma semana? - Gabriel, mais respeito, por favor?! - ela respondeu, séria. Achei melhor trazer uma muda de roupa caso fique muito tarde. Minha mãe bebia bastante, o que justificava a precaução. Demos a volta na casa para chegar a área da piscina e a festa já estava rolando solta: em volta da churrasqueira, cinco dos amigos dela. Sentadas em volta da mesa, as esposas dos médicos. Na piscina, a "criançada". Fui ... reconhecendo um conhecido aqui outro acolá, até que ele virou de frente e notei. Só de bermuda e chinelo, o Dr. Marcelo era exatamente como eu imaginara: a pele mais escura, os pelos fartos por todo o peito e pernas. Daquele jeito, o cabelo seco, desarrumado, levemente soado, fiz força para não deixar o queixo cair. Ele me reconheceu de longe e acenou com a mão, voltando a atenção para a conversa. Passado os cumprimentos e a despeito do que minha mãe tinha dito, só havia eu e mais uma guria da minha idade ali, a Sara, filha do Dr. Marcelo. Os outros eram todas crianças, incluindo o Henrique, filho do Dr. Marcelo também, de 10 anos. Após aquele momento constrangedor em que o adolescente fica no canto, mexendo no celular, minha mãe me incentivou a entrar na piscina. Como não tinha mais nada para fazer, fui até o carro pegar as roupas para me trocar e entrei na casa. No banheiro, tirei a calça, tenis e camiseta e vesti o shorts de tactel. No corredor, a Sara passou por mim: de biquini, uma cabeça mais baixa que eu, o corpo escultural, os cabelos escuros e longos molhados, os peitos redondinhos e a bunda empinada, até eu tive de admitir que ela era uma delícia. Meio afetado, entrei na cozinha e trombei com alguém. - Oh, paciente, calma lá! - o Dr. Marcelo brincou, me segurando pelos ombros. - Ah, foi mal, dr. - Que isso, é Marcelo, pô. Vai lá na sua piscina que daqui a pouco vou dar um pulo - ele disse, me deixando e indo pelo corredor pelo qual eu viera. Resisti ao impulso de seguí-lo e ...
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