1. Fantasias de um casal, o desfecho. Parte II e final.


    Encontro: 11/10/2017, Categorias: Amigos, Casal, Traição / Corno, Heterossexual, Autor: oobservador, Fonte: CasadosContos

    Continuando a Parte I Com a mão esquerda em volta do cacete, e perna ainda levantada, ela foi pincelando a cabeçorra com o intuito de lubrificar por igual. Melou os dedos mais um pouco, passou na cabeça do pau, e começou a descer vagarosamente. Quando a cabeça finalmente penetrou, ela soltou um gemidinho safado: - Aiiiii. Antes de passar pela metade da cabeça, ela foi dando pequenas reboladas, como se amaciando o caminho. D soltou um gemido másculo também. Então ela tirou totalmente, melou mais um pouco, e agora encaixando na entrada, foi descendo sem pausas e soltando um gemido que acompanhou toda a descida. Com os joelhos apoiados na cama em volta de D, ela estava completamente sentada encima do cacete, com o tronco do corpo ereto. - Ai caralhooo, que delicia, filho da puta pauzudo, hummmmm.... Ela começou com leves rebolados sentado como estava no cacete. D também exclamou: - Caralho, que bucetinha apertada meu... - Vai putinha, fode essa buceta no meu pau, fode... Da forma que ela estava eu não conseguia enxergar sua bucetinha, e sabia que ela não permaneceria assim muito tempo, apenas estava acomodando o novo visitante. Apenas via as coxas peludas de D, a bunda de minha esposa retraída em um vai e vem, para trás e para frente, e sua marquinha que sumia no rego que levava aonde acontecia a brincadeira. Após um tempinho nessa brincadeirinha, minha esposa com as duas mãos entrelaçadas nas mãos de D, eu não aguentava mais, e coloquei meu pau para fora. Estava duríssimo, ...
    com pré-gozo, e de leve comecei a me masturbar com os olhos plenamente vidrados em tudo. Então, ela ajeitou sua posição em forma de cavalgada. Empinou seu rabo em direção a mim, e comecei levemente a cavalgar o cacete. Era uma visão incrível, o pau de D estava duro como pedra, e as bolas inchadas. Quando descia no cacete, era visível como esticava os lábios de sua bucetinha, fazendo com que ela gemesse vários “Aiiiissss” de forma arrastada e sonora. Quando ia subindo, a impressão que dava era que o cacete era sugado, e a bucetinha teimava em deixar ele ir, pois os lábios iam ficando embaixo juntamente com o cacete. - Aieeee, do jeito que eu gosto amor, esticando minha bucetinha todaaaa! Aiiiiii! - É amor? Tá gostoso o pau do seu amante? Respondi acelerando minha punheta. - Tá sim amor, tô adorando engolir essa caceta deliciosa! Enquanto falava, dava pequenas reboladas. D seguia calado, apenas apoiando suas mãos ora na bunda, ora na cintura de minha mulher, e gemendo baixo conforme minha esposa cavalgava. Nesse momento me levantei punhetando meu cacete, e fui mais perto alisar sua bunda morena. Vi de perto aquele arrombamento acontecendo, não me contive e acabei gozando a primeira vez. Uma gozada sensacional para uma punheta. Apesar de deliciosa, meu pau ainda dava sinais de trabalho. Expressando alguns palavrões indiquei que havia gozado, ela percebeu e olhou para trás, para mim mais especificamente. - Hummm, gozou foi? Mal comecei... Após dizer isso, ela começou a acelerar a ...
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